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quinta-feira, 9 de junho de 2011

CAMPANHA DE VERÃO +SEGURO


Passe umas férias mais seguras!
Marque as suas obras de arte antes…

A partir de 25 de Maio até 31 de Julho, a DIGITRACE lança a sua campanha VERÃO +SEGURO, com condições especiais para a marcação de obras de arte, antes da trégua estival.

PACOTES ESPECIAIS:
- Pacote 3 OBRAS DE ARTE – 97,5 Euros *
- Pacote 5 OBRAS DE ARTE – 130 Euros *
* Valor de cada pacote, que inclui a marcação de 3 ou 5 obras de arte, a que acresce despesas de deslocação e IVA à taxa legal.
Custos adicionais (valor das deslocações, a que acresce IVA): Lisboa - 110 €; Coimbra - 200 €; Porto - 240 €; Faro - 150€. Outras localidades: 0,39€/Km (a partir de Évora) + 50 € por deslocação.

IDENTIFICAR E MARCAR UMA OBRA DE ARTE
IDENTIFICAR, no processo DIGITRACE, é fazer o levantamento numa ficha das informações que caraterizam cada obra de arte ou objecto de valor (descrição das características técnicas e específicas).
MARCAR com o processo DIGITRACE, é aplicar um conjunto de elementos que tornam uma obra de arte única e objectivamente identificável: uma tinta invisível (com pH neutro), microchips (com um número único) e microetiquetas codificadas (visíveis com um microscópio de bolso).
A combinação destas duas acções tem por objectivo constituir uma prova irrefutável da propriedade da obra de arte ou do objecto.

COMO MARCAR AS OBRAS DE ARTE?
No contexto dos CLIENTES PARTCULARES e INSTITUICIONAIS, as marcações são realizadas pelos nossos técnicos no local, após agendamento.
Este processo de identificação é aplicável a todo o objecto considerado de valor, realizado nos mais diversos materiais: Azulejaria; Escultura; Marfim; Mobiliário; Pintura, desenho e gravura; Livros antigos, cartografia e pergaminhos; Porcelana e faiança; Tapeçaria e têxteis; Vidro…

MARCAR para MELHOR RECUPERAR uma obra de arte roubada em 3 passos

CONTACTOS:
DIGITRACE PORTUGAL, Lda
Largo Dr. Alves Branco, 12
7000-649 Évora
Tel/Fax: 266.746.505 | Tlm: 968.264.184 | 965.460.231
Email: info@digitrace-portugal.com

Mais informações em: http://digitrace-portugal.com/
Formulário para orçamento gratuito e confidencial: http://digitrace-portugal.com/Particulares2010.xls

terça-feira, 27 de abril de 2010

Procuram-se: Azulejos furtados do Museu da Cerâmica, nas Caldas da Rainha

Notícia do Programa SOS Azulejo:

"Nas noites de 16, 19, 23 de Fevereiro e 3 de Março 2010 o Museu da Cerâmica, nas Caldas da Rainha, foi alvo de furtos de azulejos que se encontravam dispostos no seu jardim. Os furtos foram acompanhados de vandalismo, voluntário ou involuntário, já que inúmeros azulejos acabaram feitos em fragmentos, jazendo no solo. Os azulejos em causa eram na sua maioria azulejos de Rafael Bordalo Pinheiro cujas imagens inserimos neste site na entrada -Azulejos Furtados-, onde podem ser consultadas para fins de identificação e recuperação. Como sempre, se alguém localizar azulejos à venda ou nalgum outro local que possam corresponder aos azulejos em causa, contacte a PJ, desta feita o Departamento de Investigação Criminal de Leiria, especificando o assunto, através do telef: 244 845 200."





Azulejos Furtados e Procurados

Se souber do seu paradeiro, contacte a PJ da sua região referindo que o assunto respeita a Furto de Obras de Arte - azulejos.

Fontes:
http://www.sosazulejo.com/noticias-detalhes.php?id=000000088
http://www.sosazulejo.com/azulejosfurtados.php

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

A propósito da REPORTAGEM sobre o PROJECTO SOS Azulejo no passado dia 21.01.09 no Noticiário da noite na SIC


À semelhança de canais televisivos e de agências noticiosas estrangeiros que se interessaram pelo projecto SOS Azulejo desde o seu início, a SIC realizou uma reportagem sobre o projecto e a problemática da Salvaguarda do Património Azulejar português, que passou no noticiário da noite de 21.01.09. Muito embora o conteúdo ou perspectivas desta reportagem não sejam do conhecimento nem da responsabilidade do Projecto SOS Azulejo, não pude deixar de noticiar esta louvável iniciativa, pois poderá contribuir para a causa da conservação dos azulejos históricos e artísticos portugueses.

Aproveito para divulgar aqui este Projecto “SOS Azulejo” que é de iniciativa e coordenação do Museu de Polícia Judiciária (MPJ), órgão do Instituto Superior de Polícia Judiciária e Ciências Criminais (ISPJCC), e que nasceu da necessidade imperiosa de combater a grave delapidação do património azulejar português que se verifica actualmente, de modo crescente e alarmante, sobretudo por furto, mas também por vandalismo e incúria.
De facto, o património histórico e artístico português não se perde apenas por motivos criminais, mas também por ausência de cuidados de conservação: relações de causalidade tornam a prevenção criminal e a conservação preventiva deste património indissociáveis.
Desta abordagem global e multidisciplinar nasceu a necessidade de obtenção de parcerias de diversas entidades, das quais gostava de destacar o Instituto Politécnico de Tomar (IPT)e convidar todos os interessados a visitarem o site onde podem conhecer todos os conteúdos relativos ao Projecto, incluindo actualização de imagens de azulejos furtados procurados pela polícia(para dificultar a sua circulação nos circuitos comerciais e facilitar a sua identificação e recuperação)e do qual podem obter conselhos de prevenção criminal e de conservação dos vossos painéis azulejares.
Aqui fica a sugestão:
http://www.sosazulejo.com

"PSP recupera Azulejos furtados – No dia 27 de Março de 2008, pelas 23H00, o Comando Distrital de Leiria, através da Esquadra de Investigação Criminal das Caldas da Rainha, e no âmbito de uma apurada investigação direccionada aos crimes de furto, nomeadamente de azulejos (de traça antiga) que se encontram assentes nas fachadas das habitações e praticados naquela cidade e nas localidades dos arredores (Foz do Arelho e São Martinho do Porto), procedeu à identificação, de 02 (dois) indivíduos, do sexo masculino, de 31 e 23 anos de idade, em virtude destes se encontrarem na posse (no interior de uma viatura ligeira de mercadorias), de diversos azulejos de grande valor patrimonial e artístico, provavelmente furtados das fachadas de vários edifícios. No âmbito das diligências e investigações levadas a cabo pelos investigadores da PSP de Caldas da Rainha apurou-se e reuniram-se as provas necessárias levando a que fossem recuperados 138 (cento e trinta e oito) azulejos.
Os autos foram remetidos à Polícia Judiciária de Leiria, com conhecimento ao Ministério Público de Caldas da Rainha para a competente promoção processual penal".


Esta acção encontrou-se relacionada com o Projecto SOS Azulejo!

Eu própria ao ter conhecimento de notícias com esta, decidi salvar um painel azulejar que se encontrava numa casa rústica situada na zona Oeste, zona onde andavam a cometer estes roubos, em primeiro lugar por ser propriedade da minha família, mas também enquanto Conservadora Restauradora de profissão. Pois atenção quero deixar bem claro que este tipo de procedimentos devem ser solicitados a profissionais credenciados na área da Conservação! Pois vejamos o que sucedeu: Sabendo que a casa é anterior a pelo menos 1917, caiada de branco com janelas e portas ladeadas com pedras cor de tijolo com uma imponente torre, é de referir que o painel de azulejos azuis e brancos representando o Santo António que se encontra sobre a porta principal fora aplicado posteriormente, por volta dos anos 60 o que significa que se tratam de azulejos relativamente recentes, logo de menor qualidade e também valor.Vista da fachada da Quinta de Santo António antes de 2006.

Encontrando-se infelizmente a casa em elevado estado de abandono(físico, não espiritual pois como todos os edifícios do NOSSO Património têm donos!!) alguém pouco conhecedor havia investido numa tentativa de furto por volta de 2006 o que levara à destruíção da parte inferior do referido painel (lá está a relação de causalidade da falta de conservação indissociável aos actos de vandalismo)
e claro, desconhecendo o valor artístico ou histórico e pensando no comercial, num edifício antigo e que chama à atenção parecia um roubo perfeito, contudo tratavam-se de azulejos aplicados muito posteriormente à construção do edifício eram azulejos de pasta fina, concebidos industrialmente, aplicados com cimento, numa parede de pedra altamente resistente e para ajudar os larápios a uma altura dificilmente acessível sem o auxílio de andaimes (difíceis de remover sem danificar).
Vista da fachada da Quinta de Santo António após a investida falhada de 2006.

Enfim, após verificar a falta da parte inferior do painel e de modo a precaver futuras investidas (não fossem eles pretender voltar para roubar os restantes azulejos e assim formarem o conjunto) decidi removêlo, ao pensar: "eu já não o tenho completo mas eles também não" e ainda mais enquanto Conservadora Restauradora, com as devidas precauções acabei por montar andaimes, calçar as luvas, aplicar um "facing" e remover cuidadosamente o que restava do Santo António, removi os restos de cimento, armazenei-o devidamente num caixote, efectuei o acompanhamento fotográfico ... e aguarda agora que eu reconstítua a parte que falta do painel. Durante os trabalhos de remoção do restante painel.
Comercialmente não valem mas quem sabe um dia o Santo António não volta à Quinta que tem o seu nome!!