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terça-feira, 21 de outubro de 2014

ITINERÁRIOS - COLEÇÃO DE AZULEJOS ARTE NOVA DE FELICIANO DAVID NA COVILHÃ

http://beira.pt/portal/agenda-de-eventos/exposicao-itinerarios-a-arte-nova-na-covilha/
Uma grandiosa colecção de azulejos Arte Nova, do conhecido e conceituado coleccionador Feliciano David, além de várias peças e projectos de edifícios representativos desta gramática decorativa na Covilhã, estará patente ao público a partir de 16 de Outubro até 31 de Dezembro, no Museu de Arte e Cultura.
A inauguração da exibição está agendada para as 19:00 horas de Quinta-feira, dia 16 de Outubro, data que marca também o início das comemorações do 144º Aniversário desta Cidade.
Desta forma o Museu de Arte e Cultura transforma-se, até ao final do ano, em Museu Arte Nova da Covilhã, um espaço com vários pisos dedicados a um estilo claramente estético, essencialmente das áreas do design e da arquitectura, que teve início em Portugal em 1905 e que se encontra na Covilhã em vários locais como o Palacete Jardim, o Clube União, o actual edifício do Museu Arte e Cultura ou a antiga Empresa Transformadora de Lãs. Vitrais, objectos quotidianos, ornamentações em ferro e especialmente alguns padrões de tecidos que saíram das fábricas do nosso concelho fazem parte de um tesouro singular deste território.
A par da exposição será lançado um roteiro da Arte Nova na Covilhã que acompanhará o catálogo da exposição. Nas palavras do Presidente da Câmara, Vítor Pereira, trata-se de uma "obra substancial que abarca alguns dos mais relevantes exemplos desta corrente na cidade e acrescenta mais uma referência cultural ao já vasto espólio concelhio. Nesse sentido, a promoção de um património tão exclusivo tem um duplo objectivo: um primeiro que passa pela divulgação da Covilhã como um dos destinos de referência nesta área e um outro que passa pela preservação deste património histórico tão importante".
Com esta exposição, o Município da Covilhã pretende marcar uma nova posição em termos culturais, mais abrangente e diversificada, chamando assim a atenção para um património cada vez mais apreciado no país e no estrangeiro. De facto, ao receber aquela que é considerada a mais importante exposição de azulejaria Arte Nova em Portugal, este concelho é reconhecido como um dos primeiros do país a acolher esta mostra construída ao longo de vários anos por Feliciano David e Graciete Rodrigues.  In: http://www.cm-covilha.pt/

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

“A Arte Nova nos Azulejos em Portugal, Colecção Feliciano David e Graciete Rodrigues”


O comissário desta Exposição única de azulejos Arte Nova, António Barros Veloso sublinhou “o carácter único da mostra, cujo período artístico representado (1900-1920) não está sequer contemplado no Museu Nacional do Azulejo com esta amplitude” e referiu que a “Arte Nova” não teve “grande receptividade em Portugal, nomeadamente pelos arquitectos, num período em que imperavam nomes como Norte Júnior, Ventura Terra e, mais tarde, Raul Lino, e por outro lado havia ainda uma grande influência revivalista do ceramista Jorge Colaço", responsável entre outros pelos revestimentos como o interior da estação ferroviária de S. Bento, exterior da igreja de santo Ildefonso, ambas no Porto, ou do Palácio do Buçaco.

"A Arte Nova em Portugal não tem a expressão que encontramos noutros países, nomeadamente na França, Bélgica, Espanha, Alemanha, Hungria, etc.", reforçou.

Coleccionador há 20 anos de azulejaria Arte Nova, Feliciano David, 77 anos, é também possuidor de “importantes colecções de figuras avulso em barro e painéis de azulejo do século XVIII”, disse Barros Veloso.

O comissário afirmou que estão representadas na exposição as fábricas de Sacavém, do Desterro (Lisboa), de Devesas e Carvalhinho (Porto), Fonte Nova (Aveiro) e Caldas da Rainha, além das produções espanhola, belga, alemã e francesa.

Referindo-se à Fábrica de Caldas da Rainha, Barros Veloso referiu que se representa o último período artístico de Rafael Bordalo Pinheiro “que evoluiu do folclorismo e do naturalismo para a Arte Nova com os gafanhotos e nenúfares”. Este período corresponde precisamente aos últimos cincos anos da vida de Bordalo Pinheiro (1900-1905).
“O projecto de Bordalo Pinheiro teve depois alguma continuidade com Costa Mota Sobrinho”, esclareceu o comissário da exposição.




A exposição divide-se em cinco núcleos: “O que é e como apareceu a Arte Nova”, “Os motivos figurativos da Arte Nova”, “As fábricas nacionais”, “A integração na arquitectura exterior e de interior” e “Fábricas estrangeiras e a sua expressão em Portugal”.
Referindo-se aos motivos figurativos da Arte Nova, Barros Veloso explicou que são cabeças de mulher, motivos florais e insectos.
(ES)
In: http://www.hardmusica.pt/noticia_detalhe.php?cd_noticia=9329



A exposição “A Arte Nova nos Azulejos em Portugal, Colecção Feliciano David e Graciete Rodrigues”, traz pela primeira vez a público uma extensa e sistemática colecção de azulejaria nacional e internacional de pendor Arte Nova, cuidadosamente reunida ao longo dos anos por Feliciano David e por Graciete Rodrigues.
Após o Museu da Cidade de Aveiro, estará patente a partir de amanhã, dia 10, no Museu Municipal Dr. Santos Rocha na Figueira da Foz!! A não perder!


http://videos.sapo.tl/sP0fL9vPpqZSBLfFRgot

* Museu Municipal Dr. Santos Rocha
Horário de Inverno:
de 3ª a 6ª feira : das 9h30m às 17h15m
Sábados: das 14h às 19h
O Museu Municipal encerra às segundas-feiras.

Rua Calouste Gulbenkian
3080-084 Figueira da Foz

Coordenadas GPS
Latitude: 40º 09' 08,05'' N
Longitude: -8º 51' 37,55'' W

Telefone: 233 402 840
Fax: 233 402 857
museu@cm-figfoz.pt

domingo, 6 de novembro de 2011

“Cachepots” ou floreiras em majólica by M. Krause, Germany

. “Cachepots” ou floreiras em majólica by M/K, Germany. Compostas por três partes (base, fuste ou coluna e vaso superior) que são unidas através de um parafuso de grandes dimensões. Apresenta decoração moldada e relevada com folhagens de plátano.
Cerâmica artística tipicamente do estilo e decoração Arte Nova. Peça vidrada a em verde, castanho e bege. Com aproximadamente 90 cm. de altura.
Apresenta marca gravada e relevada na base: M/K (marca inscrita num escudo coroado) e o seguinte número de fabrico ou de operário: 2888.
. Datação: Último quartel do Século XIX – 1882 (Justificação: Através da marca).
. Estado de conservação:
- Cachepot A:
Vaso superior totalmente em falta;

Fuste com duas falhas de matéria nas folhagens;

Base fracturada e com duas lacunas ao longo da fractura.

- Cachepot B:

Vaso superior fracturado, com fendas acentuadas no interior e
exterior e com falta na zona superior de uma das folhas;

Fuste sem nada a registar;

Base sem nada a registar.
. Estado inicial dos Cachepots A e B (sendo que o A é o que tem o vaso superior totalmente em falta;)
. Vista geral do Cachepot B (Cachepot completo: com vaso superior, fuste e base.)
.Pormenor da marca gravada e relevada na base: M/K (marca inscrita num escudo coroado) e o seguinte número de fabrico ou de operário: 2888. Datação: Último quartel do Século XIX - Schweidnitz.Fayence factory established 1882. M. Krause.
. Pormenor do estado de conservação inicial do Cachepot B: Vaso superior fracturado, com fendas acentuadas no interior e exterior;
. Pormenor do estado de conservação inicial do Cachepot B: com falta na zona superior de uma das folhas;
. Durante o preenchimento de lacunas do Cachepot B: com falta na zona superior de uma das folhas;
. Durante os preenchimentos do Cachepot A: Base fracturada e com duas lacunas ao longo da fractura.
. Durante a limpeza do Cachepot A: Base fracturada e com duas lacunas ao longo da fractura.
. Cachepots A e B durante a reconstrução volumétrica total realizada através de moldes e a frio.
. Pormenor do Cachepot A durante a reconstrução volumétrica.
. Inicio da reintegração cromática do Cachepot A.
. Cachepots A e B: Durante a reintegração cromática do Cachepot A.
. Cachepots A e B: Durante a reintegração cromática do Cachepot A.
. Vasos superiores dos Cachepots A e B: após a intervenção de Conservação e restauro.
. Cachepot A: que tinha o vaso superior totalmente em falta a ser efectivamente utilizado após a intervenção de conservação e restauro/reprodução completa do vaso superior, a frio, através de molde;

domingo, 10 de julho de 2011

“A Arte Nova nos Azulejos em Portugal“ - Museu da cidade de Aveiro



A Câmara Municipal de Aveiro convida V. Exa para a inauguração da exposição a “A Arte Nova nos Azulejos em Portugal“ da colecção Feliciano David e Graciete Rodrigues a decorrer no dia 16 de Julho ,pelas 15h00, no Museu da Cidade de Aveiro.

Painel de Azulejo Arte Nova
Licínio Pinto | Fábrica da Fonte Nova |1912
Cerâmica - azulejo
57,4 cm x 57 cm
Reserva do Museu da Cidade de Aveiro

A Fábrica da Fonte Nova nasceu em 1882 distinguindo-se na produção de louça
decorativa e na pintura de azulejos. As siglas FN, inscritas quer na frente como no tardoz dos azulejos, multiplicaram-se por dezenas de edifícios [ao nível dos interiores e das fachadas], em jardins públicos ou em espaços religiosos, versando sobre uma infinidade de temas a pedido dos encomendantes ou de acordo com a produção definida na fábrica. Esses factores explicam a diversidade do desenho e as influências sofridas que justificam a representação tanto de uma gramática decorativa dos séculos XVII e XVIII, de tradição barroca, a par com exemplos de uma estética contemporânea.
Nos primeiros anos do século XX, contando com alguns artistas talentosos, entre os quais os nomes maiores são Licínio Pinto e Francisco Pereira, a Fábrica da Fonte Nova aceita o desafio que o gosto Arte Nova origina e produz painéis de excelente qualidade em que se exploram a cor e o ritmo das formas, bem como os motivos exóticos tão característico deste movimento artístico. Exemplo disso a fachada da Antiga Cooperativa Agrícola [1912], na Rua João Mendonça e o próprio painel aqui presente.
Após um período de razoável prosperidade da Fábrica Fonte Nova, as dificuldades começaram a surgir ao longo da primeira década do século XX. Apercebendo-se desta situação, um grupo de jovens operários, provenientes de diversos sectores da Fonte Nova, decidiu instalar-se por conta própria [Fábrica de Louça dos Santos Mártires]. Não obstante este revés, a fábrica manter-se-á até 1937, ano em que um grande incêndio destrói as instalações e põe fim à produção e à empresa.
Este e cerca de 120 painéis azulejares de gosto Arte Nova estarão patentes ao público na exposição “A Arte Nova nos Azulejos em Portugal. Colecção Feliciano David e Graciete Rodrigues”, no Museu da Cidade de Aveiro, entre os dias 16 de Julho e 2 de Setembro. Não deixe de visitar!

Museu da Cidade de Aveiro
Rua João Mendonça nº 9 - 11, 3800-200 Aveiro, Portugal
Horário: Seg - Dom: 10:00-17:30

in: http://museucidadeaveiro.blogspot.com/

terça-feira, 8 de março de 2011

Tabuleiro Arte Nova

. Tabuleiro oval, estilo Arte Nova em majólica de decoração policroma com motivos florais de “crisântemos” assente em “monture” em casquinha prateada recortada e vazada. Peça marcada: “5 – 1954- R”.
. Dimensões: Comprimento: 35 cm.; Largura: 26,5 cm.
. A peça apresentava-se fragmentada em 13 (treze). Com algumas lacunas e faltas de matéria cerâmica sobretudo ao longo do bordo e das lacunas. Sujidade de gordura, do uso efectivo e de colagens anteriores.









. Tabuleiro Arte Nova

ANTES

(geral e pormenor)














. Tabuleiro Arte Nova

DURANTE

(colagens e preenchimentos)





















. Tabuleiro Arte Nova

DEPOIS

(geral e pormenor)

domingo, 18 de outubro de 2009

Acção de formação de Manutenção do Património Azulejar

Fui convidada pelo CENCAL (Centro de Formação Profissional para a Indústria Cerâmica) das Caldas da Rainha a ministrar dois módulos na área da Conservação e Restauro do curso de “MANUTENÇÃO DO PATRIMÓNIO AZULEJAR”.
Realizado durante o mês de Agosto e Setembro no CENCAL, organizado pela Associação Espírito Santo Cultura (Fundação luso-brasileira com sede no Rio de Janeiro)e com vista a preparar e formar um conjunto de oito formandos brasileiros a trabalhar na recuperação e tratamento daquele património existente no Brasil.

Entre as matérias ministradas encontraram-se a noções da História da Azulejaria Tradicional Portuguesa, do Processo Cerâmico, de Restauro de Azulejo, bem como preparação no domínio das intervenções nos materiais de suporte e respectivos processos.
A mim competiram-me dois módulos: o 4. Noções de Restauro de Azulejo e o 5. Diagnóstico, remoção e tratamento de paredes suporte.

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TRANSCRITO DO SITE DA FIESP:

Brasileiros e portugueses se unem na preservação do patrimônio histórico

Paulo Skaf e Maria João Burstoff
assinam protocolo de intenções
Empresários brasileiros e portugueses assinaram ontem (7), na sede da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), protocolo de intenções de acordo para formação de profissionais no setor da construção.

O documento é resultado de uma parceria entre o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) e a Associação Espírito Santo Cultura e prevê o preparo de professores para capacitação de mão-de-obra nas áreas de preservação, conservação e restauro do patrimônio histórico-cultural brasileiro e português.

A ex-ministra da Cultura de Portugal e presidente da Associação Espírito Santo Cultura, Maria João Burstoff, e o presidente da Fiesp, Paulo Skaf, firmaram o acordo durante a abertura do Encontro Empresarial Brasil-Portugal, promovido pelo Departamento de Relações Internacionais e Comércio Exterior (Derex).


Criada em 1998, a Espírito Santo Cultura é uma instituição brasileira que além de capacitar trabalhadores, desenvolve e coordena projetos de museologia, museografia, restauro e recuperação de obras artísticas (azulejos, talhas, pintura e douramento). “Esse trabalho tem sido uma grande aposta no aprimoramento de mão-de-obra brasileira e portuguesa, qualificando técnicos na preservação, tanto do patrimônio português aqui no Brasil, quanto o próprio patrimônio brasileiro”, completou Bustorff.

Na ocasião, foram ressaltados: o comércio bi-regional — Mercosul e União Européia — e oportunidades de negócios entre os dois países. “Apesar de todo o histórico de relação entre Brasil e Portugal, a troca comercial ainda é muito modesta. Podemos aumentar o entrosamento utilizando encontros como este para aumentar a reciprocidade de investimentos, e a interação entre os nossos empresários”, disse Skaf.



Na programação do encontro, foram destaques as palestras Panorama Atual; Mercosul – União Européia: Uma nova oportunidade; Oportunidades de negócio em Portugal, na União Européia e parcerias luso-brasileiras em terceiros mercados; Apoio do mercado financeiro aos investimentos dos dois países, e Cases de Sucesso.

Participaram da mesa o cônsul-geral de Portugal em São Paulo, embaixador José Guilherme Ataíde, o presidente da Confederação da Indústria Portuguesa, Francisco Van Zeller, o presidente da Câmara de Comércio e Indústria Luso-Brasileira, de Lisboa, Antônio Espírito Santo Bustorff, e o presidente da Câmara de Comércio no Brasil, Antonio Pargana.
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No decurso desta acção de formação de "Manutenção do Património Azulejar" estavam previstas um conjunto de visitas de estudo a vários pontos do país, e neste contexto realizei diversas visitas com os formandos, ao Mosteiro de Santa-a-Clara-a-Velha de Coimbra, às ruínas romanas de Conímbriga, a Aveiro onde visitamos o laboratório de Conservação e Restauro do Museu de Aveiro, as fachadas Arte Nova da mesma cidade, passando por Ovar onde foi a vez de visitarmos o Atelier de Conservação e Restauro do Azulejo e terminando por uma breve passagem pela Quinta do Pinheiro- Hotel Rural em Valado dos Frades.

MOSTEIRO DE SANTA CLARA-A-VELHA DE COIMBRA
Não poderiamos deixar incluir nas visitas Santa-Clara-a-Velha, o Mosteiro que após 12 anos de trabalhos de reabilitação dificultados pela constante inundação da parte mais baixa do edifício, finalmente "teve alta" de uma complexa "operação cirúrgica" de restauro, que obrigou os técnicos e projectarem "soluções criativas".
Os técnicos conseguiram manter o edifício seco, com a construção de uma "cortina de contenção periférica", acompanhada por um sistema de drenagem e bombagem capaz de escoar a água que pode afluir à zona das escavações, o que permitiu a "requalificação da ruína".
Nas imediações, nasceu um centro interpretativo, em interligação com a ruína cristalina do Mosteiro (deixado em estado puro). É nesse edifício moderno que começa a viagem ao passado, com a exibição de documentários e de algumas peças recuperadas. Saindo deste edifício faz-se a passagem sobre um espelho de água para um percurso que mantem viva a história de sucessivas inundações que o mantiveram submerso tendo o nível das águas subido até mais de metade da altura do piso térreo.

Contactos:
Mosteiro de Santa Clara-a-Velha Telefone: 239 801 160
E-mail: mosteiro.scvelha@drcc.pt; culturacentro@drcc.pt.


QUINTA DO PINHEIRO - HOTEL RURAL EM VALADO DOS FRADES
Hotel Rural, um espaço onde a modernidade e a tradição se fundem harmoniosamente. Numa envolvente de natureza, com amplo espaço verde insere-se um casario rural e uma capela, outrora em ruínas, típico das quintas da Estremadura e Oeste, restaurado e adaptado ao qual alia na perfeição a arte do Mestre Ferreira da Silva.

Contactos:
Valado dos Frades 2450-337 Nazaré
Telefone: 262 590 530; Fax: 262 590 539
E-mail: info@quintapinheiro-nazare.com
Página na Web: http://www.quintapinheiro-nazare.com


ATELIER DE CONSERVAÇÃO E RESTAURO DO AZULEJO
Este atelier é um espaço essencial para a preservação da arte azulejar numa cidade em cujo centro histórico abundam os edifícios revestidos a painéis com motivos florais e geométricos. Tem como objectivo primordial conservar e recuperar azulejos, através do fabrico de réplicas e de acções de formação para o público em geral.
Agradeço à Conservadora-restauradora Isabel Ferreira a simpatia e acolhimento dado ao grupo de formandos bem como toda a explicação sobre os trabalhos de recuperação e de realização de réplicas do património azulejar.

Contactos:
Rua Heliodoro Salgado - 3880 OVAR
Telefone: 256 586 478
E-mail: divicultovar@cm-ovar.pt
Responsável: Câmara Municipal de Ovar
Dia(s) de Encerramento: Sábados, Domingos
Horário de visita: De Segunda a Sexta das 09:30 às 13:30 e das 14:00 às 18:00
Nº máximo pessoas por grupo: 25
Serviços disponíveis: Banco de Azulejos, Acompanhamento Técnico, Conservação e Restauro, Produção de réplicas, Ateliers para escolas e Acções de Formação.


MUSEU DE AVEIRO
Após um extenso programa de obras de ampliação e requalificação, apoiado financeiramente por verbas do Programa Operacional da Cultura, sob projecto do Arquitecto Alcino Soutinho, realizou-se uma visita ao Museu de Aveiro, com o intuíto de dar a conhecer aos formandos a criação de novos espaços para a colecção e para os serviços do museu, mais especificamente os laboratórios de Conservação e Restauro. Agradeço a visita com uma excelente explicação sobre conservação do património à Técnica Sandra Drummond, conservadora-restauradora do Museu de Aveiro, onde de facto demonstrou que o conjunto de regras de ética e deontologia que regem a profissão estão sempre presentes em cada intervenção que realiza.

Contactos:
Morada: Avenida de Santa Joana Princesa 3810-329 Aveiro
Telefone: 234 423 297; Fax: 234 421 749
E-Mail: maveiro@imc-ip.pt
Horário: 3.ª feira a Domingo: 10.00h-17.30h (Encerrado ao público à 2ª Feira)
Entrada gratuita aos Domingos e feriados até às 14h00






E falando de Aveiro...
A Arte Nova e os Aveirenses que consiste na reprodução de materiais relacionados com a Arte Nova é uma iniciativa do MUSEU DA CIDADE de Aveiro que pretende reunir diferentes objectos para integrar a primeira exposição temporária do Museu Arte Nova. De salientar que os objectos serão devolvidos às entidades e/ou pessoas que os emprestem visto que a exposição será composta por reproduções de plantas e documentação.

O Museu da Cidade de Aveiro convida todos os aveirenses a participarem activamente na preparação da primeira exposição temporária do Museu Arte Nova a inaugurar com o Museu.

Assim, o Museu da Cidade de Aveiro aceita livros, fotografias, plantas ou jornais antigos sobre Arte Nova, para serem reproduzidos de forma enriquecer a informação disponível no centro documental. Por outro lado, se houver objectos originais de Arte Nova (mobiliário, porcelanas, vidros, candeeiros, joalharia, etc) que possam ser partilhados através de empréstimo, o Museu também recolhe este material.

De salientar que a abertura permanente ao público do Museu Arte Nova, pólo temático especializado do Museu da Cidade de Aveiro, aproxima-se. Até ao momento a participação da comunidade no processo tem sido um dos objectivos do Museu e as várias solicitações para efectuar visitas guiadas ao património Arte Nova edificado e ao edifício que se prepara para albergar o Museu têm sido recorrentes, expressando bem o interesse e o carinho da cidade pela temática.

Os interessados em participar na acção A Arte Nova e os Aveirenses devem contactar o Museu da Cidade de Aveiro:


Morada: Rua João Mendonça, n.º 9-11, 3800-200 Aveiro
Telefone: 234 406 485; Fax: 234 406 307
ou ainda endereço electrónico museucidade@cm-aveiro.pt.