sexta-feira, 11 de maio de 2012

“Marcas da Cerâmica das Caldas” em livro



Março 21st, 2012 in Jornal das Caldas. Edição On-line

“Marcas da Cerâmica das Caldas” é desenvolvido por Marta Pereira e Guilhermina Costa.


“Há poucos livros sobre a marca da cerâmica e para os investigadores é o melhor que pode acontecer. O livro está organizado por ordem alfabética e refere mais de trinta produções diferentes das Caldas da Rainha”, disse João Pedro Monteiro, investigador do Museu Nacional do Azulejo, que esteve presente no passado dia 15, no Museu da Cerâmica, na apresentação pública da obra “Marcas da Cerâmica das Caldas”.
Neste âmbito, o investigador foi o orador da conferência sobre “A Importância das Peças Marcadas no Estudo da Faianças Portuguesa”, onde falou sobre os estudos que a equipa do Museu Nacional do Azulejo tem feito sobre a Faiança Portuguesa.
“Ao longo desse estudo detetámos que as peças marcadas têm uma enorme importância para podermos compreender um mundo que é muito complexo”, adiantou o investigador. Segundo o orador, “as olarias de Lisboa encontram-se bem estudadas, tendo sido feito importantes levantamentos documentais”. Para João Pedro Monteiro, as peças datadas permite-nos saber exatamente “a que fábrica, produtor e autor vem a peça”. O investigador começou a conferência focando a faiança portuguesa do século XVII, um período em que as peças não eram marcadas.
“Marcas da Cerâmica das Caldas” foi um projeto desenvolvido pelas técnicas do Museu da Cerâmica, Guilhermina Costa e Marta Pereira, em colaboração com o Museu José Malhoa. Teve ainda suporte nos testemunhos do Mestre Herculano Elias e no acervo documental do Museu, designadamente o espólio manuscrito de Francisco José Teodoro Malhoa (1922-2006). É segundo, Matilde do Couto, diretora do Museu José Malhoa e do Museu da Cerâmica, um “instrumento de trabalho que compulsa as coleções dos Museus, mas também instrumento potenciador de novas pesquisas e atribuições”. “As coleções do Museu da Cerâmica e do Museu José Malhoa mostram-nos também uma obra dinâmica enquanto reflexo e motivador da investigação, crescimento e valorização das coleções museológicas”, adiantou esta responsável.
Na nota introdutória do livro, Matilde do Couto diz que é com Manuel Cipriano Gomes, o Mafra (1829-1905), que a cerâmica das Caldas conhece a marcação das peças. “Manuel Mafra não só introduz este cuidado de identificação como o mesmo corresponde a um conjunto de fatores que pela sua mão incrementam a arte do barro, seja o apuramento das formas até então ainda arcaizantes e a diversificação de vidrados, seja a introdução de novas técnicas ou a bem sucedida internacionalização, num surto inovador que caracteriza a sua atuação. Revela-se este um advento para a cerâmica das Caldas em breve confirmado e dilatado pela chegada de Rafael Bordalo Pinheiro (1846-1905) e a construção e laboração da Fábrica de Faianças das Caldas da Rainha (1884), onde dá largas ao seu génio criador, enquanto alia as pesquisas e avanços técnicos à tradição e às estéticas emergentes e projeta a Cerâmica das Caldas para o exterior. Discípulos de Bordalo então se distinguem, como Francisco Elias (1869-1937) e Avelino Belo (1872-1920) que se imporão com notáveis carreiras autónomas. Dão continuidade a toda esta novidade artística plasmada na cerâmica Manuel Gustavo Bordalo Pinheiro (1867-1920) e o escultor Costa Motta Sobrinho (1877-1956) produzindo peças de inspiração “arte nova” e “arte déco” em distintas fábricas oriundas do património bordaliano”.
Segundo a responsável pelo Museu, “dinastias de ceramistas desenvolvem a sua atividade neste contexto de grande atividade cerâmica, concorrendo também para a afirmação de uma identidade da vila – depois cidade a partir de 1927- e que as coleções do Museu da Cerâmica e do Museu José Malhoa representam na sua riqueza e diversidade”.
“Marcas da Cerâmica das Caldas” foi um projeto que Guilhermina Costa já tinha pensado há alguns anos e que acabou por concretizar com o apoio da direção do Museu da Cerâmica. “Nas visitas guiadas a ideia que ficava é que só havia Manuel Mafra e Bordalo Pinheiro no acervo do Museu, quando há imensos autores do mesmo período”, disse a técnica do Museu de Cerâmica.
Foi um trabalho que levou mais de um ano a concretizar. “Fizemos um levantamento exaustivo das peças da coleção inteira do Museu da Cerâmica e do Museu José Malhoa”, adiantou Marta Pereira.
Jorge Ferreira, antiquário, que esteve presente no lançamento do livro, apontou que a obra tem algumas lacunas. Contudo, a diretora do Museu José Malhoa e do Museu da Cerâmica disse que a obra é um instrumento de trabalho aberta a novas propostas e que já é um sucesso porque está a suscitar a discussão.
Adelino Soares de Oliveira, Afonso Duarte Angélico, Aires Constantino Leal, Ângelo Marcelino Garcia, António Alves Cunha, António Moreira da Câmara, António Sousa Liso, António Oliveira, Atelier Cerâmico, Augusto Batista Carvalho, Avelino António Soares Belo, Costa Motta Sobrinho, Eduardo Augusto Mafra. Eduardo Mafra Elias, Francisco Gomes Avelar, Francisco Frazão, Herculano Elias, Jesuíno dos Reis, João Coelho César, João de Deus dos Reis, João dos Reis, João Duarte Angélico, José Alves Cunha, José Alves Cunha Sucessor, José Avelino Soares Belo, Jsoé Francisco Sousa, José Luiz Saloio, L. Mesquita, Manuel Gustavo Bordalo Pinheiro (Fábrica Bordallo Pinheiro lda.), Manuel Cipriano Gomes Mafra, Rafael Bordalo Pinheiro (Fábrica de Faianças das Caldas da Rainha), são os autores que constam no livro “Marcas da Cerâmica das Caldas”.

Marlene Sousa

Catálogo de Marcas de Cerâmica das Caldas lançado no Museu

Publicado a 5 de Abril de 2012 . Na categoria: Cultura Destaque Painel .   


As autoras do catálogo com a directora dos dois museus, Matilde Couto (ao centro)
“Marcas da Cerâmica das Caldas. As Colecções do Museu da Cerâmica e do Museu José Malhoa”, é como se designa o catálogo apresentado no passado dia 15 de Março no Museu de Cerâmica. Além da apresentação desta edição, a sessão contou ainda com a conferência “A Importância das Peças Marcadas no Estudo da Faianças Portuguesa”, por João Pedro Monteiro, técnico do Museu Nacional do Azulejo.
“Foi um trabalho árduo, mas muito interessante”. Palavras de Guilhermina Costa e Marta Pereira, técnicas do Museu de Cerâmica e autoras da publicação que consta de um catálogo das marcas da cerâmica das Caldas que estão presentes nas peças das colecções dos museus de Cerâmica e de José Malhoa.
Segundo a directora dos dois museus, Matilde Couto, “faz sentido  juntar as duas colecções e autorizar esta edição pois era um pedido que me fizeram há algum tempo, ou seja, era um desejo antigo que agora foi levado ao bom termo, com grande satisfação nossa”.

João Pedro Monteiro, do Museu Nacional do Azulejo, falou sobre a faiança portuguesa
A nova publicação segue a linha do roteiro do próprio museu. A directora explicou que a edição tem a “particularidade da reprodução das marcas ter sido feita por fotografia a partir das próprias peças e não terem sido desenhadas ou decalcadas como se faz noutras publicações”.
As duas autoras contaram que este catálogo pretende ser um instrumento de trabalho que qualquer pessoa pode utilizar para “enquadrar em determinado tempo cronológico a obra dos autores”. Por exemplo, será útil durante as visitas guiadas aos museus pois “há pessoas que quando cá chegam pensam que só há Manuel Mafra e Rafael Bordalo Pinheiro quando na verdade há muitos mais ceramistas”, disseram.
João Pedro Monteiro, técnico do Museu Nacional do Azulejo e investigador na área da cerâmica, marcou presença para a conferência “A importância das peças marcadas no estudo da faiança portuguesa”.
Este autor afirmou que as marcas na cerâmica é um mundo ”interessante mas complexo pois há uma grande ausência de informação bibliográfica”. Para este investigador, nas Caldas da Rainha “existem autênticas dinastias de ceramistas que faziam peças de grande originalidade e qualidade, mas a verdade é que algumas se inspiram nas outras, o que cria alguma confusão e dificuldade na identificação”.
Sobre o  novo catálogo, João Pedro Monteiro comentou que este dá conta de várias marcas (produções diferentes organizadas por ordem alfabética) “o que poderá ser um instrumento muito útil para o estudo da cerâmica das Caldas da Rainha”.
Presente na sessão de apresentação esteve o antiquário e coleccionador Jorge Ferreira que afirmou que a investigação efectuada contém “algumas incorrecções”.
Este marchand de arte referiu à Gazeta das Caldas que, entre outros pormenores, encontrou falhas na atribuição de duas marcas. Uma que se encontra na página 61, atribuída a José Francisco de Sousa e que corresponde, na verdade, a J. F.  Noivo Júnior.
Para Jorge Ferreira também não é correcta a atribuição da marca presente na página 13, feita a Ângelo Marcelino Garcia que na sua opinião deverá ser atribuída a Francisco Gomes de Avelar. Apesar do catálogo referir que o monograma é habitualmente referente a este último autor, a nova atribuição que as duas autoras fazem “não é correcta”. É que o Ângelo Marcelino Garcia era juiz e a sua ligação à cerâmica é feita apenas por ter casado com Henriqueta Cunha, filha do ceramista José Alves Cunha. Posteriormente Ângelo Marcelino Garcia esteve ligado à gestão da fábrica do sogro mas a atribuição da marca carece de fundamento documental.
Contactada para comentar a opinião de Jorge Ferreira, a directora dos museus Malhoa e da Cerâmica, Matilde Couto afirmou apenas que este catálogo de marcas “é uma obra aberta, um instrumento de trabalho que pode lançar a discussão, motivar novos estudos e pesquisas em relação às marcas e à sua atribuição”, rematou.

Natacha Narciso
nnarciso@gazetacaldas.com

http://www.gazetacaldas.com/21275/catalogo-de-marcas-de-ceramica-das-caldas-lancado-no-museu/

O catálogo está perfeito, com um bom design gráfico e um excelente trabalho de investigação.
E acessível a um valor módico para fazer frente à crise! Parabéns aos autores e a toda a equipa! 

“Marcas da Cerâmica das Caldas. As Colecções do Museu da Cerâmica e do Museu José Malhoa” encontra-se à venda na loja do Museu da Cerâmica de Caldas da Rainha.

Contactos
Rua Dr. Ilídio Amado – Ap. 97
2500-910 Caldas da Rainha
Portugal
Tel.: (+351) 262 840 280/9
Fax: (+351) 262 840 281
e-mail: mceramica@imc-ip.pt
Horário
Terça-feira a Domingo
10h00-12h30
14h00-17h00
Encerrado ao público à Segunda-feira e nos feriados:
1 de Janeiro, Domingo de Páscoa, 1 de Maio, 25 de Dezembro

Para mais informações:
http://museudaceramica.blogspot.com

domingo, 6 de maio de 2012

Travessa em faiança da fábrica Sant'Anna



. Antes e depois da intervenção de Conservação e Restauro (frente e verso)
. Travessa pintada à mão, em faiança da fábrica Sant'Anna, Lisboa. Encontra-se assinada "j. Matos" e datado de "1980", no verso.
Mais informações sobre a Fábrica aqui: http://www.santanna.com.pt/pt/revistas

sexta-feira, 6 de abril de 2012

Feliz Páscoa!! Cristo em madeira




                                              . Antes e Depois da intervenção de Conservação e Restauro.
 . Cristo em madeira - Representação de um Cristo em madeira. Policromado. Apresenta, no seu conjunto, uma grande perfeição anatómica; músculos e ossos bem demarcados e caixa torácica pormenorizada. Por todo o corpo surgem ferimentos de onde correm fluxos de sangue. É curioso o fingimento das mascas de amarras nos pulsos e tornozelos. As pernas encurvam-se ligeiramente e os pés são cravados em conjunto, dispondo-se assim um sobre o outro. É de salientar a minúcia com que fora tratada a expressão dramática do rosto, ligeiramente inclinado para a frente que, não obstante, deixa até trespassar uma certa serenidade. A saliência das costelas sugerem grande sentimento de tensão. O cendal, de rebordo trabalhado, é seguro por um cordão atado com um nó numa das extremidades. Trata-se de um trabalho rico e belo, em que o minucioso realismo reflecte um extraordinário domínio da técnica.
 . Dimensões: C. 37,50 cm. de altura e 26 cm. de largura.
. Peça sem marca.
. Estado de Conservação: Faltas de matéria na zona dos dedos. Os braços encontram-se destacados do corpo (existentes e amovíveis). Vestígios de pregos num dos braços. Sujidade e destacamento geral da policromia (sobretudo na zona dos braços, pés, cendal e na parte posterior do Cristo).

terça-feira, 3 de abril de 2012

Jarro "Negro sobre cobra" - PARA VENDA

. Jarro "Negro sobre cobra" - Representação cerâmica em forma de Negro que constitui o corpo do jarro, sobre uma cobra enrolada (base) cuja cabeça serve de bico. Peça em faiança vidrada policroma a castanho, amarelo, verde e vermelho.
 . Marca gravada na pasta: Angélico – CALDAS.

 . Estado de Conservação: Falta total da tampa que assentaria sobre a cabeça do Negro.
. Apresenta restauro anterior: Reconstrução da cabeça de cobra (correspondente ao bico do jarro).

sexta-feira, 30 de março de 2012

Jarro "Sobreiro"

. Jarro "Sobreiro" antes da intervenção.

. Jarro “Sobreiro” – Jarro em forma de tronco de sobreiro. Decoração com ramos, folhas e flores de roseira. Apresenta um orifício na zona superior onde assenta uma tampa circular. Peça de barro vidrado com escorridos, policroma a castanho claro e mel, verde e camurça.
. S/ Marca – Provavelmente atribuído a M.MAFRA/ CALDAS - s/d (Último quartel do século XIX) * ver nota.
. Dimensões: 32 cm. de altura e 18 cm. de Largura máxima.
. Estado de Conservação: Faltas de matéria na zona onde assenta a tampa e na zona decorativa da roseira.
. Restauros anteriores: colagem na zona da asa.

* Nota: Após 1870, data atribuível a peças semelhantes da autoria de Manuel Cipriano Gomes Mafra (1829- 1905).
«A louça destinava-se à venda ambulante em feiras e mercados, locais onde adquiria “tudo o que era susceptível de ser reproduzido ou imitado na sua fábrica”. Assim também podemos encontrar semelhança de modelos e peças no norte do País, como por exemplo da “Fábrica da Torrinha” (1844 – 1883), em Gaia e Barcelos.»
In: Catálogo Manuel Mafra 1829-1905: mestre na cerâmica das caldas. Museu da cerâmica. Maio de 2009.
. Jarro "Sobreiro" durante as descolagens.
. Jarro "Sobreiro" durante os preenchimentos de falhas, lacunas e reconstituições volumétricas.
. Jarro "Sobreiro" após as intervenções de Conservação e Restauro.

segunda-feira, 19 de março de 2012

Prato “Sacavém”

. Prato “Sacavém” - Vista geral do Estado inicial.
. Prato “Sacavém” - Vista de pormenor do Estado inicial.. Prato “Sacavém” - Durante os preenchimentos de falhas e lacunas.. Prato “Sacavém” - Durante as reintegrações.. Prato “Sacavém” - Vista de pormenor após os tratamentos de Conservação e Restauro.. Prato “Sacavém” - Vista geral após os tratamentos de Conservação e Restauro.
. Prato “Sacavém” – Prato de grandes dimensões com motivo geométrico estampado a stencil (chapa recortada) na aba e com elementos florais ao centro. Peça de loiça utilitária em faiança fina (caulino ou pó de pedra), policroma e vidrada da Fábrica de cerâmica de Sacavém.
. Peça marcada na base: “GILMAN & CIA– SACAVÉM- Portugal”. 898 corresponderá ao número de série.
Datação: 1902/1918 e 1921/1970 (Justificação: através do período de utilização desta marca). * ver nota.
. Dimensões: 39 cm. de diâmetro.
. Estado de Conservação: Falta de matéria na zona do bordo (aba).

* Nota: Em 1902 é criada a Sociedade Gilman & Ca. Em Comandita (sócios James Gilman e Alice Howorth, Baronesa Howorth de Sacavém), esta marca estampada será a de maior utilização na vida da Fábrica. Em 1921 morre James Gilman, e Herbert Gilbert recupera a anterior marca. Gilman e Cta. Em 1962 morre Herbert Gilbert. Leland Gilbert compra as acções da empresa e a própria fábrica de Loiça de Sacavém, é criado o último logótipo da fábrica (S estilizado) sendo no entanto, que a marca anterior continua a ser utilizada até 1970.
In: Catálogo do Museu de Cerâmica de Sacavém - História da Fábrica de Loiça de Sacavém (2000).

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Jarra "Ruivo"

. Jarra "Ruivo" antes da intervenção de Conservação e restauro.


. Jarra “Ruivo” – Forma alongada Decoração relevada com aplicação de um peixe (ruivo) em posição inclinada sobre ondulação com espuma. Peça rodada e moldada. Vidrado policromo a azul e verde sobre fundo com escorridos.
. Marca gravada na pasta – BORDALO PINHEIRO / PORTUGAL, inserido num círculo com rã ao centro. Fábrica Bordalo Pinheiro - Fábrica de Faianças Artísticas Bordalo Pinheiro (chamada no princípio Fábrica S. Rafael). Fundada em 1908 por Manuel Gustavo Bordalo Pinheiro após a venda em hasta pública da Fábrica das Faianças M. A. Godinho em 1907.
Número 21 carimbado na pasta referente a uma identificação operária e data também gravada no reverso da base:1908.
.Dimensões: 30 cm. De altura e 19 c. de Largura máxima.
. Estado de Conservação: Três pequenas falhas de matéria na zona da onda e uma falha (de fabrico ou origem) de maiores dimensões na zona posterior do colo da jarra. Sujidade.
* NOTA: Esta peça apenas sofreu tratamentos ao nível da conservação tais como: limpeza e isolamento de pequenas falhas.
. Jarra "Ruivo" depois da intervenção de Conservação e restauro.

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Paliteiro “Rato com maçaroca”

. Paliteiro “Rato com maçaroca” estado inicial.. Paliteiro “Rato com maçaroca” Durante os preenchimentos e as reconstituições volumétricas em falta.
. Paliteiro em forma de maçaroca de milho erguida na diagonal com orifícios para a função de paliteiro e sobre a qual assenta um rato. (provavelmente a fugir a um gato). Assente em base de forma oval. Decoração relevada. Peça moldada. Barro vidrado policromo a tons de castanho-escuro, mel e camurça.
. Sem marca – De fabrico atribuível a Caldas da Rainha. Autoria desconhecida(?). S/d - (após 1870). Por comparação com peças semelhantes.
. Dimensões: +/- 10 cm de Altura, e 8 cm de Largura.
. Estado de Conservação: Desgaste nas orelhas do rato e falta volumétrica de sensivelmente ¾ da base (falta de uma folha da maçaroca onde se vê o arranque inferior e a zona onde assentaria a parte superior da mesma; e outra falta abaixo do rato possivelmente seria uma folha seca do milho, ainda se vê a pontinha – informação que foi não possível confirmar). Sujidade.
. Paliteiro “Rato com maçaroca” durante as reintegrações cromáticas.. Paliteiro “Rato com maçaroca” estado final.

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Azulejos de padrão - viadutos - policromos - Século XVII

. Azulejo de padrão - viaduto - policromo - Século XVII - exemplo de estado inicial.. Azulejos de padrão - viadutos - policromos - Século XVII - durante (os tratamentos de limpeza, preenchimentos, nivelamentos e reintegração cromática.
. Azulejos de padrão - florões - policromos - Século XVII - durante os tratamentos de limpeza, preenchimentos, nivelamentos e reintegração cromática.
. Vista geral do painel depois dos tratamentos de Conservação e Restauro.