Intervenções de Conservação e Restauro de cerâmica realizadas com Antiquários, Museus e Coleccionadores privados. Para todos os que se interessam pela recuperação de peças. Works in Restoration and Conservation with respected antique dealers and Museums in Portugal, as well as private ceramic collectors. For all the lovers of Ceramics (Majolica, Terra Cotta and Family Heirlooms and Sentimentals)
terça-feira, 18 de março de 2014
segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014
Pinha de remate
Categoria: Cerâmica
Denominação: Pinha de remate Autor: Desconhecido
Local de Execução: (?)
Datação: XIX d.C. - XX d.C. (??)
Matéria: Faiança
Descrição: Pinha de remate em faiança não vidrada que apresenta corpo periforme invertido, cuja superfície relevada simula a de um fruto conífero. A peça possui pé alto e base curvilínea. Ostenta tonalidade terracota (castanha clara).
Pinha de remate - Antes dos tratamentos de Conservação e Restauro - Estado inicial.
Pinha de remate - Após os Tratamentos de Conservação e Restauro.
Prato. Cesto com peixes
1. Prato. Cesto com peixes – Marca: Fábrica de Faianças das Caldas da Rainha, 1899.
Dimensões: 14x d. 45 cm.
Barro vidrado policromo. Peça moldada e modelada.
Prato circular sem aba com canastra imitando vime entrelaçado, com dois peixes de grandes dimensões sobrepostos sobre folha de couve e outros peixes de menores dimensões entre os quais, duas enguias.
1. ESTADO DE CONSERVAÇÃO:
. Falta da cabeça da enguia saliente. (Antes e depois)
domingo, 22 de dezembro de 2013
"Cristo" - Rosa Ramalho
Estado inicial.
Descrição: Escultura em terracota representando um Cristo. Peça modelada de decoração monocromada a amarelo/mel e vidrada.
Marca: Gravada na lateral da peça: Assinada - O duplo "R" de Rosa Ramalho gravada a maiúsculas (RR) Rosa Ramalho.
Datação: 1888 - 1977, Século XIX/XX.
Dimensões: 26 cm (altura) e largura(braços)14cm
Proveniência: Colecção Particular.
Estado de Conservação: Nesta peça existiam algumas falhas, nomeadamente:
- um dos cinco espinhos da coroa do cristo (espinho lateral esquerdo inexistente);
- extremidades de ambas as mãos (faltas de reduzidas dimensões);
- na zona do tardoz: zona do orificio de suspensão e lateral posterior do pé (falhas ao nível do vidrado);
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Rosa Ramalho,
vidrada
quarta-feira, 18 de dezembro de 2013
Pífaro, cerâmica arqueológica
. Antes da intervenção de Conservação e Restauro.
Descrição: Pífaro, cerâmica arqueológica, com corpo tubular com quatro orifícios, achatando ligeiramente para extremidade onde está a embocadura.
Autor: Desconhecido
Datação: Desconhecida (de origem arqueológica, encontrado na zona de Aveiro)
Dimensões (cm): largura: 2; diâmetro: 1.8; comprimento: 13.1;
Estado de conservação: fragmentado e com reduzida falha na zona da embocadura.
. Após a intervenção de Conservação e Restauro.
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cerâmicas arqueológicas,
Pífaro
quarta-feira, 24 de julho de 2013
A Art Déco nos Azulejos em Portugal. Coleção Feliciano David e Graciete Rodrigues no Museu da Cidade de Aveiro
A exposição intitulada A Art Déco nos Azulejos em Portugal. Coleção Feliciano David e Graciete Rodrigues estará patente no Museu da Cidade de Aveiro, entre 28 de Julho e 1 de Setembro de 2013.
Reunida ao longo dos anos por Feliciano David e por Graciete Rodrigues, esta colecção, que agora é revelada em Aveiro, inclui mais de setenta painéis de azulejos, representativos das mais importantes fábricas nacionais, entre as quais se destacam a Fábrica de Loiça de Sacavém e a Fábrica de Cerâmica Lusitânia. A mostra contém ainda cerca de trinta peças cerâmicas, também Art Déco.
domingo, 2 de junho de 2013
Quero comprar azulejos relevados das Caldas da Rainha
Tem para vender ou conhece alguém que me possa encaminhar o contacto para comprar alguns azulejos antigos? obrigada.
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azulejos relevados caldas da rainha
domingo, 26 de maio de 2013
"Prato Lagosta" - Manuel Mafra
. Descrição: Barro de cor creme- amarelada, vidrado policromo a castanho, verde, vermelho e camurça. Peça rodada e aplicação de elementos moldados. Técnica do musgado aplicada pontualmente.
Forma circular côncava. Decoração relevada com grande lagosta no centro rodeada por três ouriços, mexilhões, ameijoas e berbigões, modelados e aplicados sobre fundo coberto de vidrados sobrepostos de castanho e camurça que lembra os jaspeados de Bernard Palissy . . Dimensões: 12,6 altura x 41,5 cm de diâmetro.
. Marca: M. MAFRA/CALDAS7PORTUGAL (coroa) 1888 - marca gravada na pasta (carimbo usado por Manuel Cipriano Gomes Mafra após 1870)
Durante os Tratamentos de Conservação e Restauro.
Forma circular côncava. Decoração relevada com grande lagosta no centro rodeada por três ouriços, mexilhões, ameijoas e berbigões, modelados e aplicados sobre fundo coberto de vidrados sobrepostos de castanho e camurça que lembra os jaspeados de Bernard Palissy . . Dimensões: 12,6 altura x 41,5 cm de diâmetro.
. Marca: M. MAFRA/CALDAS7PORTUGAL (coroa) 1888 - marca gravada na pasta (carimbo usado por Manuel Cipriano Gomes Mafra após 1870)
. Datação: Após 1870, Século XIX.
* Justificação da data: através da marca. - No inicio da sua produção começa por assinar as suas peças - MCM, posteriormente utiliza marcas gravadas na pasta _ MC.G, MCGM, associadas à âncora e só a partir de 1870 recebe autorização do rei para utilizar a coroa real associada à sua marca fabril.
. Estado de Conservação /intervenções anteriores: A peça apresentava 4 falhas nas patas da lagosta (ver foto inicial) e durante o transporte para além de ter partido mais uma e agravado as anteriores, partiu também o prato propriamente dito (e num total de 5 partes (conforme fotos). Tem ainda um musgado partido e duas conchas com lacunas.
* Nota: Só posteriormente à Proposta de Tratamento, foram detectadas duas falhas/lacunas nas conchas.
Durante os Tratamentos de Conservação e Restauro.
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Manuel Mafra,
Prato Lagosta
Terrina em faiança portuguesa do Séc. XIX
Descrição: Terrina em faiança portuguesa do Séc. XIX. Peça moldada, policroma e vidrada. Apresenta decoração policromada a azul e branco: paisagem de um casario com arvoredo em decoração esponjada e estampilhada a azul.
* Durante os preenchimentos de fendas, falhas e pequenas lacunas que ficaram após as colagens - Cingindo-me apenas às zonas de fendas, falhas e pequenas lacunas em falta, a metodologia passou pela utilização de uma pasta epóxida, o Milliput aplicado com o prospetor dentário, com o auxilio do bisturi.
. Medidas: Sem a tampa, quase intacta tem 30X22X13cm.
. Origem: Faiança Portuguesa - Vilar de Mouros ou Alcobaça?...ou Coimbra?
"Os antiquários chamam a esse motivo "Vilar de Mouros" como chamam ao Cantão popular “Miragaia”, baseados em sabe-se-lá que equívoco. Escrevi a esse propósito um post e confesso que nunca consegui concluír nada acerda do seu fabricante, tirando a fonte em que lhe serviu de inspiração, que me parece que terá sido o padrão "roselle", da JOHN MEIR & SON."
(*ver blogues indicados abaixo)
. Datação: Século XIX.
. Estado de Conservação /intervenções anteriores: Colagens fruto de uma intervenção anterior. Desgaste geral, pontuais falhas de material e vidrado.
. Pesquisa de peças idênticas na Internet:
* Durante a remoção dos restauros anteriores (colagens amareladas) /Limpeza Química - Nesta fase verificou-se a necessidade do recurso a limpeza química (realizada mediante testes de solventes), para remoção quer dos proprios restauros anteriores quer para remoção das sujidades mais persistentes adjacentes aos mesmos. Como se tratavam de colagens fruto de restauro anterior, encontravam-se agregadas e de dificil remoção.
* Durante as colagens de fragmentos soltos (após completamente secos) – A remontagem dos fragmentos estruturais soltos foi realizada com uma resina acrílica termoplástica, Paraloid B72 diluído em cerca de 50% em acetona. A fixação das partes fragmentadas foi reforçada, no momento da colagem, com o recurso a molas de aperto, evitando a todo o custo colocá-las diretamente, de modo a não danificar as superfícies.
* Durante os preenchimentos de fendas, falhas e pequenas lacunas que ficaram após as colagens - Cingindo-me apenas às zonas de fendas, falhas e pequenas lacunas em falta, a metodologia passou pela utilização de uma pasta epóxida, o Milliput aplicado com o prospetor dentário, com o auxilio do bisturi.
* Estado final - Pormenores após os tratamentos de Conservação realizados na Terrina em faiança portuguesa do Séc. XIX.
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Terrina em faiança portuguesa do Séc. XIX
sexta-feira, 22 de março de 2013
sexta-feira, 15 de março de 2013
"Jarrinha vidrada" - Manuel Mafra
Acima: Fotografias antes da Intervenção de Conservação e Restauro.
. Descrição: Jarrinha de pequenas dimensões. Barro vidrado, policromo a castanho escuro e mel, verde, azul e amarelo, com escorridos. Forma bojuda com colo cilindrico e boca alargada. Asas formadas por duas cobras que envolvem o bojo. Decoração com répteis, batráquios, insectos, motivos vegetalistas e florais aplicados
. Medidas: 18X13,5 cm.
. Marca: Gravada na base da peça: "M.Mafra/Caldas/Portugal (c
. Datação: Após 1870 - Século XIX.
* Justificação da data: através da marca. - No inicio da sua produção começa por assinar as suas peças - MCM, posteriormente utiliza marcas gravadas na pasta _ MC.G, MCGM, associadas à âncora e só a partir de 1870 recebe autorização do rei para utilizar a coroa real associada à sua marca fabril.
* Nota: Ao levar a acabo a limpeza inicial, mas posteriormente à Proposta de Tratamento, foram detectadas pequenas falhas com restauros anteriores (pinturas directamente sobre a pasta cerâmica a disfarçar falhas), a saber: Numa das rãs e ao longo de toda a extremidade da zona da boc
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Manuel Mafra
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