segunda-feira, 18 de maio de 2015

"Campino a cavalo" da autoria de Avelino Correia


 Imagem: "Campino a cavalo" - Estado inicial, antes da intervenção de Conservação e Restauro.


Escultura em faiança representando um campino montado num cavalo. O cavalo apresenta-se de pé, erguido e assente sobre base rectangular. Faiança policroma a castanho escuro, camurça, verde, vermelho, azul, preto e branco. Peça não vidrada.

Marca: Peça marcada - "Avelino Correia CALDAS DA RAINHA" - marca gravada na pasta (base).
Datação: Séc. XX (1ªmetade do)
Proveniência: Colecção Particular.


 Imagem: "Campino a cavalo" - durante a intervenção de Conservação e Restauro.

Estado de Conservação /intervenções anteriores:

A peça apresentava-se fraturada ao longo na zona das quatro pernas do cavalo. Com colagens anteriores nas patas, pescoço do cavalo e punho direito do campino. Encontrava-se em quatro fragmentos, a saber: Base, duas pernas soltas e cavalo. Intervenção anterior de furos internos nas zonas de fratura. Tinha faltas de matéria nas zonas de colagens (nomeadamente no pescoço, orelha esquerda e pernas do cavalo). Algumas falhas de policromia, fruto de desgaste que o proprietário gostaria de corrigir. Possuía ainda uma lacuna volumétrica, de maiores dimensões, na zona da pata dianteira direita (inexistência da pata que se encontraria levantada). Falta dos acessórios amovíveis (na posse do proprietário). 

 
Imagens: "Campino a cavalo" resultado final. 

segunda-feira, 11 de maio de 2015

"Jarra Fivelas" - Fábrica de Faianças das Caldas da Rainha



Datação: 1903. Jarra. Barro vidrado. Peça moldada e modelada. Forma boluda achatada. Decoração relevada com tronco e flores de amendoeira. Asas laterais formadas por dois cintos com fivelas, entrelaçados. Fábrica de Faianças das Caldas da Rainha.

Dimensões: 14 x 30 x 17 cm.

Marca gravada na base: Fábrica de Faianças das Caldas da Rainha (1903), sigla envolta numa serpente inserida num circulo e numero 21 gravado no verso da pasta, referente a identificação operária).

(1884-1905) Direcção artistica: Rafael Bordalo Pinheiro.

Colecção Particular.

Peça similar in: IMAGEM 18 DA PÁG. 125 do catálogo: "rafael bordalo pinheiro e a fábrica de faianças das caldas da rainha (1884-1905)"


Antes da Intervenção de Conservação e Restauro.
 
Estado de Conservação: A peça apresenta falhas nas pétalas de duas das flores de amendoeira (ver foto inicial). Existem dois fragmentos soltos pertencentes a uma das flores. Parte da outra flor encontra-se em falta.
 




  Pormenores depois da intervenção de Conservação e Restauro.

segunda-feira, 4 de maio de 2015

Cristo na cruz em madeira

                                   Imagens:  Estado de Conservação antes da intervenção.

Cristo na cruz em madeira - Cruz latina de assento, de haste e braços de secção rectangular, em madeira policromada a negro, com as extremidades trevadas em metal. A figura de Cristo, em madeira policromada com a técnica de acabamento semi-brilhante em tom de pele ou "carnação", castanho na zona do cabelo e barba, decorado por incisões de lágrimas a vermelho, representado com cendal branco, coroa de espinhos a verde e é fixada à cruz por pequenos pregos. A cruz assenta sobre base rectagular. A parte superior é encimada por cartela metálica onde estão inseridas as iniciais: "INRI".

Dimensões - Altura: 62cm. ; Largura: 31 cm.
Autoria e datação desconhecidas.
Sem Marca (?)
Sem data (?)
Coleção Particular

Estado de Conservação: Os braços encontram-se destacados do corpo (existentes e amovíveis). Sujidade e destacamento geral da policromia. Orifícios/marcas da acção dos insectos xilófagos. Oxidação geral de todos os elementos metálicos (quer sejam decorativos, como estruturais). Coloração negra da cruz em destacamento e possivelmente não será original.


                            Imagens: Durante os tratamentos de Conservação e Restauro.


Imagens: Cristo na cruz em madeira após os tratamentos de Conservação e Restauro.

"Peça decorativa. Centro de mesa"


"Peça decorativa. Centro de mesa"
Escultura de forma irregular, de vulto pleno, tridimensional e de decoração relevada. Composto por uma zona superior de forma oval decorada com motivo marinho (concha de grandes dimensões aos gomos com aba recurvada ou uma espécie de onda a terminar em voluta). Representação alegórica, ao centro, constituída por um monstro marinho - grifo ou dragão alado cuja cauda enrolada forma a asa, assente num rochedo e por sua vez, assente numa base trilobada guarnecida com três conchas (suportado por três conchas que formam os pés). Peça moldada e modelada. Vidrada em vários tons azuis, castanho, branco, verde, cinzento, rosa e vermelho.


Marca gravada na zona inferior frontal: Atelier Cerâmico, Visconde de Sacavém, 1892-1896. Caldas da Rainha, Portugal.

Ceramista Autor: Pinto da Silva, José Joaquim (1863 - 1928)














Imagens: "Peça decorativa. Centro de mesa" Antes e depois da intervenção de Conservação e Restauro.

Justificação da Autoria: A peça igual do Museu da Cerâmica das Caldas da Rainha foi "composta, modelada e pintada pelo Sr. Visconde de Sacavém (José)" segundo notícia da Ilustração Portuguesa, nº 240, p. 409 (Lx, 26 de Setembro 1910).


Dimensões: 57 x 47 x 45 cm.
Coleção Particular.

Estado de Conservação: A peça apresenta um fragmento pertencente à zona do rabo do grifo alado. Uma falta da orelha direita e preenchimento (fruto de restauro anterior) na orelha esquerda. Pequenas falhas e lacunas localizadas em zonas diversas. Ambos os dentes do grifo foram fruto de colagens anteriores. E uma lacuna volumétrica de grandes dimensões da concha situada na zona posterior.
 

Antes, durante e depois da reconstrução da concha em falta
 

 

segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

Formação Modular Certificada - "Gestão de horas e Gestão de Equipas" pelo GABINAE - Gabinete de Apoio ao Empresário, Caldas da Rainha.

No desenvolvimento da minha actividade, enquanto Técnica Superior de Conservação e Restauro, atualmente a trabalhar a titulo particular, na especialidade de cerâmicas, Faianças no geral, azulejaria e sobretudo em Faianças Rafael Bordalo Pinheiro, a temática da formação a frequentar no final de 2014, pareceu-me bastante importante, visando crescer na capacitação profissional e melhorar nas competências para as boas práticas da gestão da conservação a partir de obras e serviços em prol de Bens de valor cultural.

Procuro um modelo de empresa em melhoria contínua, evidenciando um esforço de renovação permanente, na procura diária de um serviço qualitativamente diferenciador. Com esta formação pretendo colocar em prática determinados procedimentos de gestão que, estou certa, serão determinantes para atingir a qualidade na prestação de serviços esperada e solicitada pelos Clientes.









Cada módulo "Gestão de horas e Gestão de equipas" contou com a Formadora Denise Ribeiro, especialista na área, para estimular os debates sobre os temas de cada módulo. O objetivo foi a troca de ideias sobre as temáticas.

A minha meta é aperfeiçoar o quadro técnico capaz de realizar ações de gestão,
gerenciamento e execução de trabalhos e serviços de manutenção, conservação e restauro. Procuro progredir nas formas de relacionamento com terceiros: clientes, Estado, fornecedores, concorrência e mesmo possíveis parceiros de negócio. No que diz respeito aos recursos humanos existem opções estratégicas a tomar. A
gestão das carreiras, a comunicação, o ambiente organizacional e a formação profissional são algumas delas.
Também as políticas de reconhecimento de qualidade e certificação têm vindo a ganhar uma importância crescente, assim como as questões relacionadas com a responsabilidade social.


Assim, nesta formação encontrei informações e debates estimulantes sobre as várias vertentes da gestão de uma empresa e, sobretudo muita motivação para seguir em frente!
Este 2015 será um ano de grandes mudanças e novos projetos, que significam novos desafios, sempre a pensar nas
necessidades dos meus clientes e da minha evolução profissional.
 

Darei novidades em breve, obrigada a todos pela preferência!

 

"A Formação Modular Certificada visa o desenvolvimento e a construção progressiva de uma qualificação profissional, destinando-se a activos empregados ou desempregados, que pretendam desenvolver competências em alguns domínios de âmbito geral ou específico, relacionados ou não com as suas funções profissionais. Estas acções de formação conferem a atribuição de um certificado de qualificações e têm por base as unidades de formação de curta duração, de 25 ou 50 horas."

Contacte-nos para receber a nossa oferta ajustada às suas necessidades — geral@gabinae.pt

quinta-feira, 20 de novembro de 2014

Convite Arcana 2014 - Fundação Henrique Leote‏


 
RESERVAS PARA:
                Tel: 351 266 989 160                                    reservas@hotelconventosaopaulo.com
                Fax: 351 266 989 167                                  
 
 da Exposição
 
Os Azulejos Setecentistas do Convento São Paulo têm a honra de apresentar a "ROTA DO AZULEJO DE PADRÃO, Século XV ao Século XX".
Num encontro amigável de gigantes e mais uma vertente modelar desse quadrado mágico chamado - Azulejo.
Pretende-se dar a conhecer a evolução da Azulejaria de Padrão ao longo dos séculos e ao mesmo tempo estabelecer uma relação simbiótica com o rico  património azulejar do Convento de São Paulo.
Seleccionada  de um  acervo de  dezenas de  milhar de exemplares  do seu coleccionador Feliciano David, é a primeira exposição temática que se faz em Portugal,  exclusivamente,  por azulejaria de padrão a qual constitui, porventura, uma das expressões mais ricas e características do património azulejar português. 
 
 
do Bailado
 
O bailado "NOUS-inner perception" pela Companhia de Dança QUORUM BALLET, fará a apoteose da noite do ARCANA. 
Projecto adaptado ao espaço Convento de São Paulo, que pretende levar o público numa viagem coreográfica da mais recente criação da companhia QB, “NOUS – Inner Perception”.
 
Utilizando uma linguagem coreográfica complexa, com uma fiscalidade algo acelerada, fazse a analogia ao olhar – o mais forte dos sentidos, que nos traz informação quase que instantânea. Pretendese chegar mais perto do intelecto e da mente, ver e sentir para além do olhar, chegar até ao outro lado do “espelho” porque caminhamos e vivemos a uma velocidade vertiginosa, cada vez menos ligados e cada vez menos absorvidos.
 
 
Coreografias e conceito:  Daniel Cardoso
Bailarinos: Elson Ferreira, Filipe Narciso, Inês Godinho, Mathilde Gilhet.
Técnico de luz: Rui Daniel
 
do Convento de São Paulo
Erguido em 1182 por eremitas desejosos de oração e bem estar, a meia encosta da Serra d’Ossa, entre Estremoz e Redondo, em pleno Alentejo, o Convento de São Paulo é agora um confortável e requintado hotel. Testemunham várias crónicas que o Convento de São Paulo acolheu, ao longo dos séculos, importantes figuras como D. Sebastião, D. João IV e D. Catarina de Bragança que, em 1661, casou com Carlos II de Inglaterra. Aliás, na biblioteca do Convento existe ainda uma tela restaurada pelo Museu Nacional de Arte Antiga de Lisboa que atesta a passagem de D. Sebastião pelo Convento de São Paulo, em finais de 1577, quando viajava para o Norte de África, onde morreu em combate na batalha de Alcácer Quibir. São histórias como esta que fazem do Convento de São Paulo um destino ímpar.
 
Com uma preciosa colecção de cerca de 55mil azulejos, o Convento de São Paulo tem a maior colecção privada do país. 
A requintada azulejaria azul-cobalto data dos reinados de D. João V, bem como de D. José I, e configura um conjunto monumental produzido nas melhores oficinas de Lisboa. Algumas das encomendas de azulejaria destinaram-se a espaços específicos e devem ter tido patronos individualizados, como os da Capela do Bispo onde se vê a assinatura de António de Oliveira Bernardes ou os da Capela de Nossa Senhora da Conceição, cuja autoria é atribuída a Gabriel del Barco. A maioria dos painéis, contudo, é da autoria de um mestre que usa o monograma P.M.P. e constituem um caso notável da azulejaria.
Comprado em hasta pública em 1870 pela Família Leote, depois de ter estado 36 anos ao abandono e a ser saqueado, tem tido desde há 4 gerações a esta parte, Gente, que lutou pela preservação desse legado grandioso que faz parte da nossa riquíssima história de Portugal. 4  Gerações de trabalho, grande empenho e perseverança para reerguer, preservar e dar a conhecer este espantoso monumento, património de Portugal.
Premiado em 2012 pela Associação Europeia dos Museus e obtém menção honrosa  da Associação Portuguesa de Museologia.
Ter o privilégio de dormir num Museu.... muito confortavelmente.
    
Num conceito Natura/Cultura

 
 
 
 

Sem outro assunto de momento, apresentamos os nossos melhores cumprimentos,
  
Hotel Convento de São Paulo
Aldeia da Serra - 7170- 120 Redondo
Tel.:266 989 160 * Fax.: 266 989 167

terça-feira, 21 de outubro de 2014

ITINERÁRIOS - COLEÇÃO DE AZULEJOS ARTE NOVA DE FELICIANO DAVID NA COVILHÃ

http://beira.pt/portal/agenda-de-eventos/exposicao-itinerarios-a-arte-nova-na-covilha/
Uma grandiosa colecção de azulejos Arte Nova, do conhecido e conceituado coleccionador Feliciano David, além de várias peças e projectos de edifícios representativos desta gramática decorativa na Covilhã, estará patente ao público a partir de 16 de Outubro até 31 de Dezembro, no Museu de Arte e Cultura.
A inauguração da exibição está agendada para as 19:00 horas de Quinta-feira, dia 16 de Outubro, data que marca também o início das comemorações do 144º Aniversário desta Cidade.
Desta forma o Museu de Arte e Cultura transforma-se, até ao final do ano, em Museu Arte Nova da Covilhã, um espaço com vários pisos dedicados a um estilo claramente estético, essencialmente das áreas do design e da arquitectura, que teve início em Portugal em 1905 e que se encontra na Covilhã em vários locais como o Palacete Jardim, o Clube União, o actual edifício do Museu Arte e Cultura ou a antiga Empresa Transformadora de Lãs. Vitrais, objectos quotidianos, ornamentações em ferro e especialmente alguns padrões de tecidos que saíram das fábricas do nosso concelho fazem parte de um tesouro singular deste território.
A par da exposição será lançado um roteiro da Arte Nova na Covilhã que acompanhará o catálogo da exposição. Nas palavras do Presidente da Câmara, Vítor Pereira, trata-se de uma "obra substancial que abarca alguns dos mais relevantes exemplos desta corrente na cidade e acrescenta mais uma referência cultural ao já vasto espólio concelhio. Nesse sentido, a promoção de um património tão exclusivo tem um duplo objectivo: um primeiro que passa pela divulgação da Covilhã como um dos destinos de referência nesta área e um outro que passa pela preservação deste património histórico tão importante".
Com esta exposição, o Município da Covilhã pretende marcar uma nova posição em termos culturais, mais abrangente e diversificada, chamando assim a atenção para um património cada vez mais apreciado no país e no estrangeiro. De facto, ao receber aquela que é considerada a mais importante exposição de azulejaria Arte Nova em Portugal, este concelho é reconhecido como um dos primeiros do país a acolher esta mostra construída ao longo de vários anos por Feliciano David e Graciete Rodrigues.  In: http://www.cm-covilha.pt/

terça-feira, 23 de setembro de 2014

Encontro "(A)riscar o Património" - Heritage Sketching - 27 de Setembro

27 de Setembro de 2014 
Encontro "(A)riscar o Património" - Heritage Sketching
A Direção-Geral do Património Cultural, em colaboração com os Urban Sketchers Portugal, organiza um encontro de Sketching sobre Património, a decorrer em várias cidades em simultâneo, no dia 27 de Setembro de 2014.
Associar a representação do Património ao desenho dá o mote para este Encontro, que pretende reunir sketchers, ilustradores, artistas ou simples amantes do desenho, em vários sítios mas num mesmo dia.
Não é preciso inscrição, basta aparecer na hora e local indicados, e desenhar o(s) seu(s) monumento(s) favorito(s)!

Viana do Castelo: Praça da República – Igreja e Hospital da Misericórdia (Monumento Nacional)
Porto: Igreja de S. Francisco (Monumento Nacional)
Coimbra: Praça Velha/Praça do Comércio – Igreja de Santiago (Monumento Nacional)
Tomar: Convento de Cristo (Monumento Nacional e Património da Humanidade)
Torres Vedras: Convento de N.ª Senhora da Graça (Imóvel de Interesse Público)
Lisboa: Convento do Carmo (Monumento Nacional)
Castelo Branco: Paço Episcopal (Monumento Nacional) Évora – Sé (Monumento Nacional)
Ponta Delgada: Igreja Matriz (Imóvel de Interesse Público)

Blogue do Evento

Informações e esclarecimentos:
Margarida Donas Botto: mbotto@dgpc.pt;
Jorge Vila Nova Alves: jalves@dgpc.pt.
          

         
         
                                      
          
                       

        III Encontro Nacional de Centros de Documentação de Museus

        Sexta-feira, 31 de Outubro às 9:00
        Museu de Cerâmica de Sacavém
         
         Encontro, onde se irá debater sobre a gestão das coleções dos museus e a importância de facultar essa informação ao público.
        O Encontro está organizado por forma a gerar o debate entre os oradores e o público.
        Contamos com a sua participação nos debates para enriquecer esta discussão.
         
        O Encontro encontra-se anunciado na Página Oficial da Câmara Municipal de Loures: http://www.cm-loures.pt/Conteudo.aspx?Displayid=3128#topo
         
        Garanta a sua participação, inscrevendo-se no mesmo, para o secretariado: paula_pitacas@cm-loures.pt

        domingo, 6 de julho de 2014

        "Bilhas de água" no Museu da Cerâmica

        De 4 de Julho a 30 de Setembro
        O Museu da Cerâmica apresenta uma exposição de olaria dos séculos XIX e XX.
        Trata-se de uma mostra que reúne um conjunto de mais de 30 peças da região de Caldas da Rainha e outros centros oleiros do País.

        Exposição organizada no âmbito do programa de exposições temporárias para 2014, da Direção Regional de Cultura do Centro.

        sábado, 21 de junho de 2014

        Suspensão. Peixe-espada - Fábrica de Faianças das Caldas da Rainha

         
         
        . Suspensão. Peixe-espada - Marca: Fábrica de Faianças das Caldas da Rainha, 1890.
        Dimensões: 14x45x43 cm.
        Barro vidrado policromo. Peça moldada e modelada.
        Alcofa com contorno irregular contendo dois peixes-espada e folhas de couve.
        
        
        Fragmento da corda existente - Antes e Depois da intervenção de Conservação e Restauro.

        
        
        



        Acima: faltas de matéria em quatro zonas dos peixe-espada:


        Ponta da boca, parte lateral inferior e em ambas as zonas do rabo.

        Antes e depois das intervenções de Conservação e Restauro.
        
         
        

        Falta na extremidade da alcofa com vidrado em risco de perda.
        - Antes e Depois da intervenção de Conservação e Restauro.
         
         

        quinta-feira, 17 de abril de 2014

        Arranca hoje a 7ª edição do passatempo de fotografia Num Instante... o Património!

        Hoje, dia 17 de Abril, arranca mais uma edição do passatempo nacional de fotografia Num instante… o Património!, organizado pela Direção-Geral do Património Cultural, desta vez com a parceria da Olhares.com.
        A iniciativa integra-se na Experiência Fotográfica Internacional dos Monumentos (EFIM), do Conselho da Europa.
        Este passatempo dirige-se a jovens com idades entre os 14 e os 21 anos, de naturalidade portuguesa ou residentes em território nacional, que queiram capturar numa fotografia inédita a beleza do património do nosso país - novos olhares sobre os monumentos e sítios, novas paisagens para os mesmos locais simbólicos, novos ângulos para as mesmas perspetivas históricas...
        Para participar, os interessados deverão consultar o Regulamento http://www.igespar.pt/media/docs/2014/04/10/RegulamentoPassatempoNumInstante2014.pdf e depois criar uma conta no site Olhares http://olhares.sapo.pt/ onde serão inseridas as fotografias a concurso, disponível a partir de dia 17 de Abril.
        Os concorrentes terão a oportunidade de ver publicados os seus trabalhos (monumentos ou sítios favoritos) e ainda habilitar-se a ganhar prémios aliciantes…
        O Passatempo decorre até 25 de Maio de 2014.
        Apoios: COLORFOTO e ZON OPTIMUS; Media.partners: SAPO.PT



        segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

        Pinha de remate


         
        Categoria: Cerâmica
        Denominação: Pinha de remate
        Autor: Desconhecido
        Local de Execução: (?)
        Datação: XIX d.C. - XX d.C. (??)
        Matéria: Faiança



        Descrição: Pinha de remate em faiança não vidrada que apresenta corpo periforme invertido, cuja superfície relevada simula a de um fruto conífero. A peça possui pé alto e base curvilínea. Ostenta tonalidade terracota (castanha clara).

        . Estado de Conservação /intervenções anteriores: Colagens fruto de uma intervenção anterior. Fragmentos soltos. Pontuais falhas e faltas de material não vidrado.

                            
        Pinha de remate -  Antes dos tratamentos de Conservação e Restauro - Estado inicial.

         
                   Pinha de remate -  Durante os Tratamentos de Conservação e Restauro.


                   Pinha de remate -  Após os Tratamentos de Conservação e Restauro.