sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Paliteiro “Rato com maçaroca”

. Paliteiro “Rato com maçaroca” estado inicial.. Paliteiro “Rato com maçaroca” Durante os preenchimentos e as reconstituições volumétricas em falta.
. Paliteiro em forma de maçaroca de milho erguida na diagonal com orifícios para a função de paliteiro e sobre a qual assenta um rato. (provavelmente a fugir a um gato). Assente em base de forma oval. Decoração relevada. Peça moldada. Barro vidrado policromo a tons de castanho-escuro, mel e camurça.
. Sem marca – De fabrico atribuível a Caldas da Rainha. Autoria desconhecida(?). S/d - (após 1870). Por comparação com peças semelhantes.
. Dimensões: +/- 10 cm de Altura, e 8 cm de Largura.
. Estado de Conservação: Desgaste nas orelhas do rato e falta volumétrica de sensivelmente ¾ da base (falta de uma folha da maçaroca onde se vê o arranque inferior e a zona onde assentaria a parte superior da mesma; e outra falta abaixo do rato possivelmente seria uma folha seca do milho, ainda se vê a pontinha – informação que foi não possível confirmar). Sujidade.
. Paliteiro “Rato com maçaroca” durante as reintegrações cromáticas.. Paliteiro “Rato com maçaroca” estado final.

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Azulejos de padrão - viadutos - policromos - Século XVII

. Azulejo de padrão - viaduto - policromo - Século XVII - exemplo de estado inicial.. Azulejos de padrão - viadutos - policromos - Século XVII - durante (os tratamentos de limpeza, preenchimentos, nivelamentos e reintegração cromática.
. Azulejos de padrão - florões - policromos - Século XVII - durante os tratamentos de limpeza, preenchimentos, nivelamentos e reintegração cromática.
. Vista geral do painel depois dos tratamentos de Conservação e Restauro.

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Azulejos de cercadura - viadutos - policromos - Século XVII (cercadura do painel publicado acima)

.Azulejos de cercadura - viadutos - policromos - Século XVII - antes (frente e verso), durante (os tratamentos de limpeza, preenchimentos, nivelamentos e reintegração cromática) e vista geral da cercadura depois dos tratamentos de Conservação e Restauro.

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Recomendo

http://dslrimage.blogspot.com/2011/10/bordalo-pinheiro-caldas-da-rainha.html

Restaurante Bordalo Pinheiro, do Hotel Radisson Blu Lisboa com nova carta

O restaurante Bordalo Pinheiro, do Hotel Radisson Blu Lisboa, lançou no início do ano a carta Outono-Inverno.
Para entradas, as propostas passam por Queijo de cabra gratinado com compota de tomate e figo ao aroma de canela ou os Camarões salteados com espinafres, envoltos numa emulsão de champanhe e especiarias, mas também há massas, ovos ou sabores do mar e da terra. O Lombo de salmão corado sobre caril de legumes e gengibre com arroz basmati e a Perna de pato assada a 80ºC, com batatas crocantes e molho de vinho do porto são apenas duas das muitas possibilidades. Para terminar a refeoção em beleza há que experimentar a Crumble de maçã ao molho de baunilha e gelado artesanal de morango, entre muitas outras opções.
De segunda a sexta-feira, ao almoço, pode ainda optar-se pelo Buffet.
M.F.

19/01/2012

In:
http://www.turisver.com/article.php?id=55429

Curso de azulejo na Escola Bordalo Pinheiro

Janeiro 17th, 2012 in Jornal das Caldas. Edição On-line

Um curso de azulejo, utilizando a técnica da “corda seca” vai decorrer na Escola Secundária Rafael Bordalo Pinheiro, nas Caldas da Rainha, tendo como formador o mestre ceramista Herculano Elias.

Pretende-se a produção de azulejo através do desenvolvimento de um projeto individual de modelação, conformação e decoração com vidrados.

Destina-se a professores de todas as áreas disciplinares e a funcionários, decorrendo às segundas-feiras, das 14h30 às 17h, ao longo de sete sessões, com início a 23 de janeiro.

As inscrições podem ser feitas na sala de professores.
In: http://www.jornaldascaldas.com/index.php/2012/01/17/curso-de-azulejo-na-escola-bordalo-pinheiro/

OBRIGADA

Hoje tive 99 visitantes nacionais e internacionais ao meu blog. Obrigada a TODOS os que seguem os meus trabalhos virtualmente!!

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Floreira “Nabos”

. Floreira “Nabos” antes da intervenção de Conservação e Restauro (vista frontal).. Floreira “Nabos” antes (pormenor dos fragmentos soltos).
. Floreira “Nabos” – Representação cerâmica realista em forma molho de nabos em que as três folhas de nabo dispostas verticalmente constituem o corpo , sobre pé formado por três nabos. Peça de pasta branca vidrada e policroma a verde-claro.

. Sem marca - de fabrico atribuível a Caldas da Rainha.
Possivelmente da primeira produção da Secla, da autoria de José Elias (1893-1958), que também laborou na FFCR (Fábrica de Faianças Caldas da Rainha) ou de Herculano Elias(1865-1939)também operário da Fábrica de Faianças das Caldas da Rainha fazendo parte da equipa de Rafael Bordalo Pinheiro até cerca de 1886, ano em que saiu para montar a sua própria oficina cerâmica.

. Dimensões: 19cm. de altura e 29 c. de Largura máxima.

. Estado de Conservação: Restauros anteriores: colagens e pinturas anteriores na zona da aba superior. Faltas de matéria na zona das extremidades superiores das couves e dos nabos (base). Dois fragmentos soltos (sendo que um deles apresenta vestígios de cola) e lacuna volumétrica com fenda que se estende diagonalmente. Sujidade.
. Floreira “Nabos” durante a limpeza inicial e antes da colagem dos fragmentos soltos(vista superior).. Floreira “Nabos” durante a colagem e preenchimentos de falhas e lacunas(vista superior).. Floreira “Nabos” durante as reconstituições volumétricas e as reintegrações cromáticas(vista superior).. Floreira “Nabos” durante as reintegrações cromáticas.. Floreira “Nabos” durante as reintegrações cromáticas(vista inferior).. Floreira “Nabos” após a intervenção de Conservação e Restauro (vista superior).. Floreira “Nabos” após a intervenção de Conservação e Restauro (vista frontal).

domingo, 15 de janeiro de 2012

Busto "República"

.Busto “República” - Representação de um busto de uma mulher em terracota, caracterizada como velha a rir, de camisa e seio desnudo. Peça em terracota policroma e não vidrada. Na zona frontal têm gravado “RP” (de República)..Busto “República” - na lateral esquerda tem gravadas as iniciais “H.A” (de significado desconhecido)..Busto “República” - na lateral direita desenhado a caneta: “VERA EFIGIE DE M.ME L.L.tre BORRACHEIRA INTERNACIONAL VASADOURO COSMOPOLITA COLECTOR GERAL EM ANGOLA. AVE DE RAPINA, EXIMIA CAÇADORA DE PATOS ECT….ECT…. SOUVENIR D`UM APAIXONADO = “.
.Busto “República” - no tardoz “também gravado na pasta: “11º 1912” seguido de uma assinatura ilegível.*
. Dimensões: Aproximadamente 19 cm de Altura, 12 cm de Largura e 13 cm profundidade.
. Estado de Conservação: Pequena falha de matéria na zona da base e sujidade.
Esta peça apenas sofreu tratamentos ao nível da conservação tais como: limpeza e isolamento de pequenas falhas situadas na base.

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

MUSEU José Malhoa - Plano de Formação para 2012

CLIQUE NAS IMAGENS PARA AMPLIAR.
O Museu José Malhoa em parceria com a ANAE – Associação Nacional de Animação e Educação e a APECV - Associação de Professores de Expressão e Comunicação Visual irá realizar vários projectos ao longo do ano de 2012 que serão um ponto de partida para uma oferta mais diversificada em acções de formação, exposições, workshops, ateliers de artistas, etc.

No mês de Janeiro iniciaremos o Plano de Formação de 2012, do Centro de Formação de Professores Almada Negreiros, com as seguintes acções de formação:

Plano de Formação 2012 do Centro de Formação de Professores Almada Negreiros

Todas as acções de formação irão realizar-se no Museu José Malhoa em Caldas da Rainha


Todas as acções de formação são acreditadas pelo Conselho Científico Pedagógico da Formação Contínua.

FICHA DE INSCRIÇÃO disponível em www.apecv.pt

Aguardamos as vossas inscrições!

Contactos:

Associação de Professores de Expressão e Comunicação Visual
Centro de Formação de Professores Almada Negreiros
Rua do Heroísmo, 354, 1º andar, sala 2 4300-256 Porto
Tel. 223326617
E-mail: centrodeformacao@apecv.pt

Museu José Malhoa
Parque D. Carlos I
2500-109 Caldas da Rainha
Telef. 262 831984
Fax 262 843420
e-mail: mjm@imc-ip.pt

Visite o site do Museu José Malhoa: http://mjm.imc-ip.pt

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

“A Arte Nova nos Azulejos em Portugal, Colecção Feliciano David e Graciete Rodrigues”


O comissário desta Exposição única de azulejos Arte Nova, António Barros Veloso sublinhou “o carácter único da mostra, cujo período artístico representado (1900-1920) não está sequer contemplado no Museu Nacional do Azulejo com esta amplitude” e referiu que a “Arte Nova” não teve “grande receptividade em Portugal, nomeadamente pelos arquitectos, num período em que imperavam nomes como Norte Júnior, Ventura Terra e, mais tarde, Raul Lino, e por outro lado havia ainda uma grande influência revivalista do ceramista Jorge Colaço", responsável entre outros pelos revestimentos como o interior da estação ferroviária de S. Bento, exterior da igreja de santo Ildefonso, ambas no Porto, ou do Palácio do Buçaco.

"A Arte Nova em Portugal não tem a expressão que encontramos noutros países, nomeadamente na França, Bélgica, Espanha, Alemanha, Hungria, etc.", reforçou.

Coleccionador há 20 anos de azulejaria Arte Nova, Feliciano David, 77 anos, é também possuidor de “importantes colecções de figuras avulso em barro e painéis de azulejo do século XVIII”, disse Barros Veloso.

O comissário afirmou que estão representadas na exposição as fábricas de Sacavém, do Desterro (Lisboa), de Devesas e Carvalhinho (Porto), Fonte Nova (Aveiro) e Caldas da Rainha, além das produções espanhola, belga, alemã e francesa.

Referindo-se à Fábrica de Caldas da Rainha, Barros Veloso referiu que se representa o último período artístico de Rafael Bordalo Pinheiro “que evoluiu do folclorismo e do naturalismo para a Arte Nova com os gafanhotos e nenúfares”. Este período corresponde precisamente aos últimos cincos anos da vida de Bordalo Pinheiro (1900-1905).
“O projecto de Bordalo Pinheiro teve depois alguma continuidade com Costa Mota Sobrinho”, esclareceu o comissário da exposição.




A exposição divide-se em cinco núcleos: “O que é e como apareceu a Arte Nova”, “Os motivos figurativos da Arte Nova”, “As fábricas nacionais”, “A integração na arquitectura exterior e de interior” e “Fábricas estrangeiras e a sua expressão em Portugal”.
Referindo-se aos motivos figurativos da Arte Nova, Barros Veloso explicou que são cabeças de mulher, motivos florais e insectos.
(ES)
In: http://www.hardmusica.pt/noticia_detalhe.php?cd_noticia=9329



A exposição “A Arte Nova nos Azulejos em Portugal, Colecção Feliciano David e Graciete Rodrigues”, traz pela primeira vez a público uma extensa e sistemática colecção de azulejaria nacional e internacional de pendor Arte Nova, cuidadosamente reunida ao longo dos anos por Feliciano David e por Graciete Rodrigues.
Após o Museu da Cidade de Aveiro, estará patente a partir de amanhã, dia 10, no Museu Municipal Dr. Santos Rocha na Figueira da Foz!! A não perder!


http://videos.sapo.tl/sP0fL9vPpqZSBLfFRgot

* Museu Municipal Dr. Santos Rocha
Horário de Inverno:
de 3ª a 6ª feira : das 9h30m às 17h15m
Sábados: das 14h às 19h
O Museu Municipal encerra às segundas-feiras.

Rua Calouste Gulbenkian
3080-084 Figueira da Foz

Coordenadas GPS
Latitude: 40º 09' 08,05'' N
Longitude: -8º 51' 37,55'' W

Telefone: 233 402 840
Fax: 233 402 857
museu@cm-figfoz.pt

domingo, 6 de novembro de 2011

“Cachepots” ou floreiras em majólica by M. Krause, Germany

. “Cachepots” ou floreiras em majólica by M/K, Germany. Compostas por três partes (base, fuste ou coluna e vaso superior) que são unidas através de um parafuso de grandes dimensões. Apresenta decoração moldada e relevada com folhagens de plátano.
Cerâmica artística tipicamente do estilo e decoração Arte Nova. Peça vidrada a em verde, castanho e bege. Com aproximadamente 90 cm. de altura.
Apresenta marca gravada e relevada na base: M/K (marca inscrita num escudo coroado) e o seguinte número de fabrico ou de operário: 2888.
. Datação: Último quartel do Século XIX – 1882 (Justificação: Através da marca).
. Estado de conservação:
- Cachepot A:
Vaso superior totalmente em falta;

Fuste com duas falhas de matéria nas folhagens;

Base fracturada e com duas lacunas ao longo da fractura.

- Cachepot B:

Vaso superior fracturado, com fendas acentuadas no interior e
exterior e com falta na zona superior de uma das folhas;

Fuste sem nada a registar;

Base sem nada a registar.
. Estado inicial dos Cachepots A e B (sendo que o A é o que tem o vaso superior totalmente em falta;)
. Vista geral do Cachepot B (Cachepot completo: com vaso superior, fuste e base.)
.Pormenor da marca gravada e relevada na base: M/K (marca inscrita num escudo coroado) e o seguinte número de fabrico ou de operário: 2888. Datação: Último quartel do Século XIX - Schweidnitz.Fayence factory established 1882. M. Krause.
. Pormenor do estado de conservação inicial do Cachepot B: Vaso superior fracturado, com fendas acentuadas no interior e exterior;
. Pormenor do estado de conservação inicial do Cachepot B: com falta na zona superior de uma das folhas;
. Durante o preenchimento de lacunas do Cachepot B: com falta na zona superior de uma das folhas;
. Durante os preenchimentos do Cachepot A: Base fracturada e com duas lacunas ao longo da fractura.
. Durante a limpeza do Cachepot A: Base fracturada e com duas lacunas ao longo da fractura.
. Cachepots A e B durante a reconstrução volumétrica total realizada através de moldes e a frio.
. Pormenor do Cachepot A durante a reconstrução volumétrica.
. Inicio da reintegração cromática do Cachepot A.
. Cachepots A e B: Durante a reintegração cromática do Cachepot A.
. Cachepots A e B: Durante a reintegração cromática do Cachepot A.
. Vasos superiores dos Cachepots A e B: após a intervenção de Conservação e restauro.
. Cachepot A: que tinha o vaso superior totalmente em falta a ser efectivamente utilizado após a intervenção de conservação e restauro/reprodução completa do vaso superior, a frio, através de molde;

domingo, 31 de julho de 2011

Bilha das Caldas

. “Bilha” das Caldas em faiança vidrada, de forma bojuda com decoração relevada e, vidrada com escorridos a verde na zona do colo.
. Dimensões: Aproximadamente 34 cm. de Altura e 26 cm. de Largura.
. Datação: Peça sem marca do período arcaico, séc. XIX.
. Estado de Conservação: Falha de matéria na extremidade do bordo, três fragmentos pertencentes ao bojo e sujidade.

Nota* Tendo em conta a solicitação do Proprietário da Peça, e tratando-se a fractura da zona do bordo de uma fractura não recente, constituindo uma parte da história desta peça, optou-se por realizar o tratamento de conservação preventiva que fora anteriormente proposto, ou seja limitando-se à limpeza e isolamento e não avançando para a reconstituição da lacuna em falta.
Salvo os preenchimentos acima referidos uma vez afectariam a estabilidade do vidrado e constituiriam, a longo prazo, zonas que permitiam a acumulação de sujidade e consequentemente colocariam as colagens realizadas em risco.

domingo, 10 de julho de 2011

“A Arte Nova nos Azulejos em Portugal“ - Museu da cidade de Aveiro



A Câmara Municipal de Aveiro convida V. Exa para a inauguração da exposição a “A Arte Nova nos Azulejos em Portugal“ da colecção Feliciano David e Graciete Rodrigues a decorrer no dia 16 de Julho ,pelas 15h00, no Museu da Cidade de Aveiro.

Painel de Azulejo Arte Nova
Licínio Pinto | Fábrica da Fonte Nova |1912
Cerâmica - azulejo
57,4 cm x 57 cm
Reserva do Museu da Cidade de Aveiro

A Fábrica da Fonte Nova nasceu em 1882 distinguindo-se na produção de louça
decorativa e na pintura de azulejos. As siglas FN, inscritas quer na frente como no tardoz dos azulejos, multiplicaram-se por dezenas de edifícios [ao nível dos interiores e das fachadas], em jardins públicos ou em espaços religiosos, versando sobre uma infinidade de temas a pedido dos encomendantes ou de acordo com a produção definida na fábrica. Esses factores explicam a diversidade do desenho e as influências sofridas que justificam a representação tanto de uma gramática decorativa dos séculos XVII e XVIII, de tradição barroca, a par com exemplos de uma estética contemporânea.
Nos primeiros anos do século XX, contando com alguns artistas talentosos, entre os quais os nomes maiores são Licínio Pinto e Francisco Pereira, a Fábrica da Fonte Nova aceita o desafio que o gosto Arte Nova origina e produz painéis de excelente qualidade em que se exploram a cor e o ritmo das formas, bem como os motivos exóticos tão característico deste movimento artístico. Exemplo disso a fachada da Antiga Cooperativa Agrícola [1912], na Rua João Mendonça e o próprio painel aqui presente.
Após um período de razoável prosperidade da Fábrica Fonte Nova, as dificuldades começaram a surgir ao longo da primeira década do século XX. Apercebendo-se desta situação, um grupo de jovens operários, provenientes de diversos sectores da Fonte Nova, decidiu instalar-se por conta própria [Fábrica de Louça dos Santos Mártires]. Não obstante este revés, a fábrica manter-se-á até 1937, ano em que um grande incêndio destrói as instalações e põe fim à produção e à empresa.
Este e cerca de 120 painéis azulejares de gosto Arte Nova estarão patentes ao público na exposição “A Arte Nova nos Azulejos em Portugal. Colecção Feliciano David e Graciete Rodrigues”, no Museu da Cidade de Aveiro, entre os dias 16 de Julho e 2 de Setembro. Não deixe de visitar!

Museu da Cidade de Aveiro
Rua João Mendonça nº 9 - 11, 3800-200 Aveiro, Portugal
Horário: Seg - Dom: 10:00-17:30

in: http://museucidadeaveiro.blogspot.com/